Muitas postagens das imagens de divulgação que distribuo pelo Facebook e Instagram usam o mote "Aventure-se" ou variações deste. O mote faz alusão à uma das mensagens do livro O Rei Adulto.
A necessidade de distribuir uma imagem com pouco texto não permite dar o devido crédito às imagens originais usadas em sua composição. Embora as imagens originais sejam distribuídas pela licença CC0, que não requer o crédito ao original, não custa agradecer os autores e referenciar ao seu trabalho.
Essa postagem busca documentar essas imagens de divulgação e apontar seus originais.
Compartilhada no dia 27 de janeiro de 2017.
Imagem original por rihaij.
Modificações: mudança no rótulo da plaquinha e inclusão do logotipo.
Compartilhada em 2 de fevereiro de 2017.
Imagem original por Tom Pickering.
Modificações: inclusão de frase e logotipo.
Compartilhada em 1 de março de 2017.
Imagem original por Gianni Crestani.
Modificações: inclusão de frases e logotipo.
Compartilhada em 26 de março de 2017.
Imagem original por José Ribeiro.
Modificações: inclusão de frases e logotipo.
Compartilhada em 6 de abril de 2017.
Imagem original por Meromex.
Modificações: inclusão de frases e logotipo.
Compartilhada em 12 de maio de 2017.
Imagem original 1 por Anna Gambardela.
Imagem original 2
Modificações: composição da cena, inclusão de frases e logotipo (na blusa preta)
Compartilhada em 31 de maio de 2017.
Imagem original por Dariusz Sankowski.
Modificações: inclusão de capa do ebook na tela do celular; mote; ilustração do capítulo 10 sobreposta como se fosse na imaginação da menina.
Compartilhada em 22 de junho de 2017.
Imagem original por Ridwan Hardjowibowo.
Modificações: cor de fundo, mote na faixa, logotipo no escudo.
Compartilhada em 8 de julho de 2017.
Imagem original 1 de Squeeze.
Imagem original 2 de Pezibear.
Modificações: composição da cena; logotipo na lombada do livro.
Compartilhada em 16 de julho de 2017.
Imagem original 1 por OpenClipart-Vectors.
Imagem original 2 por Open Clip Art Library.
Modificações: composição da cena; logotipo; frases.
Compartilhada em 2 de agosto de 2017.
Imagem original 1 de Clker-Free-Vector-Images.
Imagem original 2 de OpenClipart-Vectors.
Imagem original 3 de OpenClipart-Vectors.
Modificações: composição da cena; logotipo; frases.
Um grupo de crianças buscam entender por que precisam crescer e o que levar da infância à maturidade. Para isso partem numa aventura épica pelo Rei Adulto, personagem lendário de seu mundo, reputado como a única pessoa a ter crescido sem deixar de ser criança. Mas será que ele existe mesmo? Neste blog você encontrará informações adicionais sobre essa marcante história.
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quinta-feira, 10 de agosto de 2017
Aventure-se!
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domingo, 11 de junho de 2017
As constelações infantis
Quando Êisdur tenta encontrar a Cumacanga, para lhe perguntar onde mora o Rei Adulto, ele acaba dedicando algum tempinho para olhar o céu noturno:
Os pequenos sábios, astrólogos e magos do Tamatich e da Macebólia dedicam mais tempo à cartografia do céu estrelado do que seus colegas de reinos vizinhos. Em seus livros e cadernos, há o registro de 64 constelações. Os guaipurinos e os ístaros contestam esse número, mas nunca produziram um inventário completo das constelações que reconhecem para servir de comparação. Por isso, manteremos as 64 bem estabelecidas.
As constelações infantis retratam aspectos da cultura dos petizes: seus folguedos, brinquedos, festas, lendas e animais de estimação. Curiosamente, as constelações que dominam o céu noturno durante o Verão e o Inverno são, respectivamente, a do Boneco de Neve e do Sorvete. Um adulto poderia achar que estão trocadas... Mas, na verdade, as crianças é que raramente estão satisfeitas.
Algumas constelações têm nomes diferentes em certos reinos, embora mantenham a forma da figura. Por exemplo, no Tamatich muitos chamam de Guilo & Elara a constelação dos Irmãos; da mesma forma, os ístaros recusam-se a usar os nomes Coroa Ticca e Armas de Tamma preferindo, respectivamente, Coroa do Oriente e Armas da Vitória.
Segue, abaixo, a lista dessas 64 constelações, com algumas notas pertinentes.
Não resistiu a admirar as constelações, neste ínterim. Bem acima de sua cabeça reluziam as dez estrelas da constelação do Sorvete, que dominava o céu de Teres durante todo o outono e o inverno, como a tentar as crianças para os prazeres refrescantes que as esperavam no verão. Ladeando-a, para leste, as constelações do Soldadinho de Chumbo e da Bailarina, e, para oeste, o Triângulo de Gude e a Nau de Papel. Outra que prontamente reconheceu foi a constelação do Ursinho de Pelúcia, guia fiel dos viajantes, sempre a indicar o Norte. (O Rei Adulto, Cap. 2.)As constelações infantis são um pouco diferentes daquelas reconhecidas pela ciência formal, embora o céu seja o mesmo. As primeiras foram compostas há muito tempo e, acredita-se, pelos próprios Pais, que as usaram para distrair crianças assustadas com a escuridão da noite. Outras foram incorporadas aos céus posteriormente, por sabichões de vários reinos infantis.
![]() |
| As constelações infantis nos céus do Verão e do Inverno. (Clique para expandir) |
Os pequenos sábios, astrólogos e magos do Tamatich e da Macebólia dedicam mais tempo à cartografia do céu estrelado do que seus colegas de reinos vizinhos. Em seus livros e cadernos, há o registro de 64 constelações. Os guaipurinos e os ístaros contestam esse número, mas nunca produziram um inventário completo das constelações que reconhecem para servir de comparação. Por isso, manteremos as 64 bem estabelecidas.
As constelações infantis retratam aspectos da cultura dos petizes: seus folguedos, brinquedos, festas, lendas e animais de estimação. Curiosamente, as constelações que dominam o céu noturno durante o Verão e o Inverno são, respectivamente, a do Boneco de Neve e do Sorvete. Um adulto poderia achar que estão trocadas... Mas, na verdade, as crianças é que raramente estão satisfeitas.
Algumas constelações têm nomes diferentes em certos reinos, embora mantenham a forma da figura. Por exemplo, no Tamatich muitos chamam de Guilo & Elara a constelação dos Irmãos; da mesma forma, os ístaros recusam-se a usar os nomes Coroa Ticca e Armas de Tamma preferindo, respectivamente, Coroa do Oriente e Armas da Vitória.
Segue, abaixo, a lista dessas 64 constelações, com algumas notas pertinentes.
Constelação
|
Estação
do Ano
|
Notas
|
Abelha
|
Verão
|
|
Apito
|
Verão
|
|
Aranha
|
Verão
|
Em Teres e Guaipur, esta constelação é associada à aranha Ravira, que teria tecido o mundo infantil (O Rei Adulto, vol. 1, apêndices). |
Arco e
Flecha
|
Inverno
|
|
Armas de
Tamma
|
Verão
|
Em Ístar,
é chamada de Armas da Vitória.
|
Árvore
|
Inverno
|
Na Macebólia, esta constelação também é chamada de Árbus, em referência à moradia do Espírito da Floresta (O Rei Adulto, vol. 1, Cap. 13). |
Bailarina
|
Inverno
|
|
Balões de Festa
|
Verão
|
|
Bandeirolas
|
Verão
|
|
Baú do
Pirata
|
Verão
|
|
Beija-Flor
|
Verão
|
|
Biga
|
Verão
|
Na Selúnia, essa constelação é considerada uma representação da busca de Fides pelo pó das estrelas (O Rei Adulto, vol. 1, Cap. 4). |
Bolo de
Aniversário
|
Verão
|
|
Boneco de
Neve
|
Verão
|
|
Bruxa Má
|
Inverno
|
Os eicsos associam esta constelação à Bruxa do Hlaborg (O Rei Adulto, vol. 1, Cap. 36). |
Cabeça de
Abóbora
|
Verão
|
|
Caminho do
Tesouro
|
Verão
|
|
Canoa
|
Verão
|
Os tamatiscos contam que esta constelação celebra a canoa usada por Guilo e Elara para escaparem de Munchal (O Rei Adulto, vol. 1, apêndices). |
Cão
|
Inverno
|
|
Caracol
|
Inverno
|
|
Castelo de
Areia
|
Inverno
|
|
Cavalinho
de Pau
|
Inverno
|
|
Cegonha com
Bebê
|
Verão
|
Em Teres e no sul de Guaipur, as crianças que desejam ganhar um irmãozinho ou irmãzinha costumam fazer seus pedidos estendendo os braços para essa constelação. |
Chapéu de
Feiticeiro
|
Verão
|
|
Ciranda
Cirandinha
|
Verão
|
O governo revolucionário de Landau decretou que essa constelação deve ser chamada A União Faz a Força, para o bem da república. Faz parte desta constelação a estrela mais brilhante do céu. |
Cobra
|
Inverno
|
Os caaporas chamam esta constelação de Pytuna, em referência à serpente que traz a noite (O Rei Adulto, vol. 1, Cap. 15). Já em Guaipur, a constelação é denominada Serpente Marinha. |
Coroa Ticca
|
Inverno
|
Em Ístar, é chamada de Coroa do Oriente. |
Dobradura
|
Inverno
|
|
Dragão
|
Verão
|
|
Elefante
|
Inverno
|
|
Espada
|
Inverno
|
Alguns sabichões contam essa constelação como um mero asterismo da constelação do Soldadinho de Chumbo. |
Estilingue
|
Inverno
|
|
Fantasma
|
Inverno
|
|
Fogueira
|
Inverno
|
|
Gatinho com
Bola
|
Inverno
|
|
Golfinho
|
Inverno
|
|
Gooey
Kablooey
|
Inverno
|
|
Iguana
|
Verão
|
|
Irmãos
|
Verão
|
No Tamatich, costuma ser chamada de Guilo & Elara, em homenagem aos dois príncipes que unificaram o reino (O Rei Adulto, vol. 1, apêndices). |
Lacinho
|
Inverno
|
|
Lampada
|
Inverno
|
|
Livro
|
Inverno
|
|
Menino
Caçador
|
Verão
|
É a constelação mais facilmente reconhecida. Também é denominada de Três Marias mais Quatro Zezinhos, nas regiões montanhosas de Teres, em referência às suas estrelas principais. |
Nau de
Papel
|
Inverno
|
É a maior constelação do céu. |
Paleta de
Aquarela
|
Verão
|
|
Palhaço
|
Verão
|
|
Papagaio
|
Inverno
|
|
Patinho de
Borracha
|
Inverno
|
Uma das constelações originais compostas pelos Pais. Situa-se no céu do inverno para estimular as crianças a não evadirem ao banho, durante os dias frios. |
Peixinho
|
Verão
|
|
Pião
|
Inverno
|
Na Gandaia, essa constelação é considerada parte da constelação Pipas, que se situa ao lado. |
Piñata
|
Verão
|
|
Pipas
|
Inverno
|
|
Pirulito
|
Verão
|
|
Porquê
|
Inverno
|
Uma das constelações originais compostas pelos Pais. Celebra as constantes e inconvenientes perguntas que as crianças mais novas fazem quando buscam entender o mundo. |
Soldadinho
de Chumbo
|
Inverno
|
|
Sorvete
|
Inverno
|
|
Tamborete
|
Verão
|
|
Tartaruga
Marinha
|
Verão
|
|
Tenda
|
Verão
|
|
Trenó de
Neve
|
Inverno
|
|
Triângulo
de Gude
|
Inverno
|
|
Unicórnio
|
Inverno
|
|
Ursinho de
Pelúcia
|
Inverno
|
Uma das constelações originais compostas pelos Pais. Segundo os viajantes, a cabeça do ursinho aponta para o norte, servindo-lhes de guia. |
Vaso de
Flores
|
Verão
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domingo, 30 de abril de 2017
Lyrnyra: cenas de perda e reconquista
ALERTA: para alguns leitores, a pequena introdução que antecederá cada ilustração abaixo poderá ser vista como mini-spoilers. Se você ainda não leu O Rei Adulto, talvez prefira apenas ver as ilustrações no vídeo acima mencionado, ou só ver após terminar a leitura.
A chegada a Lyrnyra
Após deixarem Ybyraoketá, os suprapátrias são presos por ístaros que invadiram a Macebólia e conduzidos a Lyrnyra. Lá descobrem que a cidade sucumbiu ao uso desenfreado de plantas de imaginar e se encontra num caos psicodélico.
A ilustração tentou sintetizar numa única cena diversos elementos da narrativa: o céu com cores anormais, as notas musicais aladas que saem de uma construção rachada, o submarino amarelo a singrar os ares, um menino aparentemente eufórico pelo uso da planta e o Portão do Arco-Íris, por onde os suprapátrias chegam cativos.
As imagens originais usadas para compor esta cena são:
- Rothenburg ob der Tauber, por Glenlarson (em domínio público). Compare esta imagem com a apresentada acima, para avaliar a transformação.
- Yellow submarine kids toy, por Vector Open Stock (licença CC-BY 2.0)
- Utopian sky, por Rebecca L. Daily (licença CC-BY 2.0)
- Psychedelic colours vibrant rainbow, por Andrew Martin
- Wings Feathers Angel Art, por Logan Art.
- Meadow Boy Dance Acrobatics, por 422737
Exceto quando mencionado doutra forma, as imagens citadas acima foram distribuídas pelas licenças CC0.
A composição usou ainda pincéis do Gimp Paint Studio e do Brusheezy.com.
Note as bandeiras que balançam diante das torres no portão: uma é a da Macebólia, e outra é a de Ístar, pois neste capítulo Ístar invadiu e conquistou a Macebólia.
Soslaio, o de Belos Dentes
No capítulo 17, Êisdur e Áymar são levados ante o imperador-príncipe Solaio para serem "julgados". Sua prisão arbitrária os faz questionar duramente o pequeno tirano, que se irrita até perder a calma.
Decidi representar o polêmico imperador-príncipe sentado no trono, paramentado, com coroa e tudo, como é de seu estilo. (Se não fizesse assim, ele poderia mandar-me prender também...). Como a Macebólia possui uma cultura levemente eslavo-germanizada, busquei, onde foi possível, imagens correspondentes para compor a cena:
- Trono de Carlos III, por Jebulon. No topo do trono havia a efígie de Carlos III, que foi substituída pelo brasão da Macebólia em ouro.
- A tapeçaria atrás do trono se inspira naquela presente no salão real polonês. A águia da família real polonesa foi substituída pelo brasão macebol.
- A coroa, orbe imperial e cetro são as do império austríaco.
- A coluna veio da sala do trono no castelo Neuschwanstein, nesta imagem de Lokilech.
- O papel de parede foi composto por um recorte que fiz numa ilustração do pergaminho medieval espanhol Comentario al Apocalipsis do Beato de Liébana, do século X.
- O rodapé de madeira é, na verdade, uma porta entalhada, em fotografia de Petr Kratochvil.
- O uniforme militar inspira-se no uniforme do imperador russo Alexandre II.
Já Soslaio foi construído a partir da imagem Pretend-Angry Face (licença CC-BY 2.0), por Michael Bentley, que já tinha sido usada noutra composição.
Torre da Lua
Wáldron busca ajuda na Torre da Lua, onde se encontram a Ordem das Sacerdotisas dirigida pela irmã de Áymar. O mago o informa que reconhecerá facilmente a torre pois ela é encimada por um grande crescente.
Para esta composição, busquei por uma imagem que mostrasse céu e várias casas, pois Wáldron avista a torre elevando-se acima das casas. A imagem que me dava o melhor ponto de vista foi esta fotografia de Pisa por Rudy and Peter Skitterians. A rigor, as casas macebóis não são assim; se parecem mais com as da imagem do capítulo seguinte. Mas o cenário combinou um pouco com o do Portão do Arco-Íris, ao menos nas paleta de cores.
Parte da torre provém da imagem Kilmacduagh round tower in the burren Ireland (domínio público) por Jon Sullivan.
Exceto quando mencionado doutra forma, as imagens citadas acima foram distribuídas pelas licenças CC0.
A Fuga aos Olhudos
Os ístaros tentam caçar Wáldron com os Olhudos, dois enormes globos oculares, criados por meio das plantas de imaginar. A fuga ocorre nas ruas do bairro pobre e causa pânico geral, levando várias crianças a correr também.
As crianças dessa cena provém da fotografia Children's egg & spoon race (licença CC BY-SA 3.0) por Alethe.
As demais imagens usadas foram:
- 15 Century Almshouses em Stratford-Upon-Avon, por David M Jones (licença CC BY-SA 2.0)
- Barrel, por Gerhard Gellinger
- Dallas Eyeball, por Frankychoi
- Utopian sky, por Rebecca L. Daily (licença CC-BY 2.0)
Exceto quando mencionado doutra forma, as imagens citadas acima foram distribuídas pelas licenças CC0.
Como a cena corresponde a várias crianças correndo, não tive a preocupação de identificar personagens específicos. Mas noto a curiosa semelhança entre o menino no primeiro plano e Wáldron.
A Reconquista de Lyrnyra
Ao fim do volume I, Lyrnyra é reconquistada aos macebóis, após a libertação dos suprapátrias. Isso envolve algumas lutas e uma delas é entre Áymar e Telelco, o capitão da guarda ístaro. Telelco adquire poder mágico repentinamente após ingerir uma grande quantidade de plantas de imaginar. Numa das cenas, ele invoca uma hidra para retardar Áymar enquanto foge. O livro, na verdade, menciona uma serpente de 3 cabeças; considerei válido usar uma hidra na ilustração, pois a ideia é a mesma.
O ataque da hidra acontece nas masmorras do castelo de Lyrnyra. Para representar o local usei a fotografia feita por Canes das masmorras da torre do rei do forte Oreshek (licença CC BY-SA 3.0).
O menino provém desta fotografia de George Hodan. Mudei a expressão de seu rosto e caracterizei-o com as roupas e cabelo de Áymar.
As demais imagens usadas foram:
- Hydra, de SilviaP_Design
- St Ebbes west door, por Stemonitis (licença CC BY-SA 3.0)
Exceto quando mencionado doutra forma, as imagens citadas acima foram distribuídas pelas licenças CC0.
Esta ilustração completa o rol de ilustrações de cada capítulo do volume I.
| Nos termos das licenças CC BY-SA 2.0 e 3.0, as duas imagens derivadas abaixo são aqui distribuídas segundo a licença CC BY-SA 3.0. |
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suprapátrias
sábado, 29 de abril de 2017
Ilustrações do Volume I
O vídeo incorporado abaixo contém todas as ilustrações de divulgação do vol. I de O Rei Adulto, na ordem correspondente da história. Funciona como um storyboard para quem ainda não conhece o livro e quer xeretar o que suas páginas prometem.
A única ilustração que não se relaciona com o volume I é a que representa a tenente Ctara Bergrak, que só é apresentada no começo do volume II.
Divirtam-se, compartilhem e não deixem de se inscrever no canal O Rei Adulto, no youtube!
A única ilustração que não se relaciona com o volume I é a que representa a tenente Ctara Bergrak, que só é apresentada no começo do volume II.
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sexta-feira, 17 de março de 2017
Cenas de Grínkor
A floresta de Grínkor figura como localidade principal dos capítulos 13, 14 e 15 de O Rei Adulto. As ilustrações correspondendes a esses capítulos foram feitas entre fevereiro e março. Esta postagem apresenta-as, bem como os devidos créditos das imagens que foram usadas para compô-las.
No capítulo 13, os suprapátrias encontram-se com o Espírito da Floresta e conhecem sua residência: uma árvore que tem formato de castelo.
Ao contrário das ilustrações de outros capítulos, quase tudo nessa ilustração é pintura digital. A única coisa que não é pintura é a textura de fundo, que apresenta várias copas de árvores e é uma fotografia de Ruslan Kokarev.
A grama, os arbustos e a copa da árvore-castelo foram feitos com pincéis do Gimp Paint Studio. O resto foi fruto de minhas parcas habilidades de desenho e alguma sorte. Ao fim, apliquei sobre a ilustração o filtro Graphic Boost do GMIC, que avivou bastante a ilustração.
No capítulo 14, os suprapátrias chegam a Ybyraoketá, conhecida como a Cidade das Lendas, por ser um centro de difusão de histórias dos caaporas, a tribo que habita a floresta de Grínkor.
Ybyraoketá é uma palavra do Abanheenga (Tupi Antigo) que significa "muitas casas de árvore". De fato, a cidade é composta por casas construídas sobre as árvores (as ibiraocas).
Para essa composição, decidi iniciar a partir de uma simulação 3D realizada com o Blender. Construí os objetos tridimensionais e dispus a cena como gostaria de representá-la.
Em seguida, escolhi um ângulo para a câmera e renderizei os objetos. Importei a renderização com o Gimp e comecei a substituir apenas os troncos 3D por texturas de árvores de algumas imagens:
Na verdade, não fiquei muito satisfeito com o resultado final dessa ilustração. Mas ela serviu para me fazer experimentar novas técnicas.
As imagens citadas acima foram distribuídas pelas licenças CC0.
No capítulo 15, os caaporas contam diversas lendas da floresta às crianças que buscam o Rei Adulto. Uma dessas lendas é sobre como o tucano se tornou o rei dos animais, que você ler aqui. Houve um pacto entre o tucano e os felinos, e ele teve de governar de dentro da boca de uma onça.
Esta foi a composição mais simples de fazer até o momento, embora nem por isso menos divertida. Usei apenas duas imagens:
A Árvore-Castelo do Espírito da Floresta
No capítulo 13, os suprapátrias encontram-se com o Espírito da Floresta e conhecem sua residência: uma árvore que tem formato de castelo.
Ao contrário das ilustrações de outros capítulos, quase tudo nessa ilustração é pintura digital. A única coisa que não é pintura é a textura de fundo, que apresenta várias copas de árvores e é uma fotografia de Ruslan Kokarev.
A grama, os arbustos e a copa da árvore-castelo foram feitos com pincéis do Gimp Paint Studio. O resto foi fruto de minhas parcas habilidades de desenho e alguma sorte. Ao fim, apliquei sobre a ilustração o filtro Graphic Boost do GMIC, que avivou bastante a ilustração.
A Cidade das Lendas
No capítulo 14, os suprapátrias chegam a Ybyraoketá, conhecida como a Cidade das Lendas, por ser um centro de difusão de histórias dos caaporas, a tribo que habita a floresta de Grínkor.
Ybyraoketá é uma palavra do Abanheenga (Tupi Antigo) que significa "muitas casas de árvore". De fato, a cidade é composta por casas construídas sobre as árvores (as ibiraocas).
Para essa composição, decidi iniciar a partir de uma simulação 3D realizada com o Blender. Construí os objetos tridimensionais e dispus a cena como gostaria de representá-la.
Em seguida, escolhi um ângulo para a câmera e renderizei os objetos. Importei a renderização com o Gimp e comecei a substituir apenas os troncos 3D por texturas de árvores de algumas imagens:
- Trees away autumn landscape, de Karlokolumno.
- Landscape spring, de Kevan Craft.
- Ancient oaks horses pasture, de Dennis Larsen.
Na verdade, não fiquei muito satisfeito com o resultado final dessa ilustração. Mas ela serviu para me fazer experimentar novas técnicas.
As imagens citadas acima foram distribuídas pelas licenças CC0.
O Tucano e a Onça
No capítulo 15, os caaporas contam diversas lendas da floresta às crianças que buscam o Rei Adulto. Uma dessas lendas é sobre como o tucano se tornou o rei dos animais, que você ler aqui. Houve um pacto entre o tucano e os felinos, e ele teve de governar de dentro da boca de uma onça.
Esta foi a composição mais simples de fazer até o momento, embora nem por isso menos divertida. Usei apenas duas imagens:
- Jaguar found at the Toronto Zoo, por MarcusObal (CC BY-SA 3.0)
- Tucano conversando com fotógrafo, por Observatore (CC BY 3.0)
| Nos termos das licenças CC BY-SA 3.0, a imagem derivada ao lado é aqui distribuída segundo a mesma licença CC BY-SA 3.0. |
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domingo, 12 de fevereiro de 2017
Assombrações por toda parte
Finalizei nesta semana duas novas ilustrações de capítulos, correspondentes aos de número 11 e 12, situados aproximadamente na metade do volume 1 de O Rei Adulto.
Segue abaixo uma descrição de como as composições foram feitas e os créditos correspondentes de cada imagem usada.
Em Lampur, os viajantes descobrem que a cidade está em pânico devido a relatos sobre usuários de plantas de imaginar que se escondem num casarão abandonado. O prefeito decide liderar uma marcha para expulsar do local quem quer que lá esteja. Ao chegar à clareira diante do casarão, um surto de heroísmo o impele a correr à frente de todos, expondo-o ao ataque duma torta de glacê melequento que lhe arremessam da janela.
Para essa composição, usei apenas três imagens:
Em Valindo há ruínas duma construção impressionante, que foi erguida para ser o maior castelo de todo o mundo em todos os tempos. Sua construção foi planejada pelo duque de Valindo e consumiu toda sua infância. Obcecado por seus planos, tornou-se incapaz de brincar e acabou adoecendo. Faleceu muito jovem. A lenda diz que se tornou um fantasma e agora tenta buscar fazer amizade com as poucas crianças que por lá se aventuram, mas todos fogem assustados.
Para essa composição, usei novamente apenas três imagens:
As imagens citadas acima foram distribuídas pelas licenças CC0.
Segue abaixo uma descrição de como as composições foram feitas e os créditos correspondentes de cada imagem usada.
O casarão em Lampur
Em Lampur, os viajantes descobrem que a cidade está em pânico devido a relatos sobre usuários de plantas de imaginar que se escondem num casarão abandonado. O prefeito decide liderar uma marcha para expulsar do local quem quer que lá esteja. Ao chegar à clareira diante do casarão, um surto de heroísmo o impele a correr à frente de todos, expondo-o ao ataque duma torta de glacê melequento que lhe arremessam da janela.
Para essa composição, usei apenas três imagens:
- Forest Light Mood, de Andreas N.
- Old House Building, de SilviaP_Design
- Boy Kid Fun Glasses, de Sergey Nemo
O Fantasma do Duque-Menino de Valindo
Em Valindo há ruínas duma construção impressionante, que foi erguida para ser o maior castelo de todo o mundo em todos os tempos. Sua construção foi planejada pelo duque de Valindo e consumiu toda sua infância. Obcecado por seus planos, tornou-se incapaz de brincar e acabou adoecendo. Faleceu muito jovem. A lenda diz que se tornou um fantasma e agora tenta buscar fazer amizade com as poucas crianças que por lá se aventuram, mas todos fogem assustados.
Para essa composição, usei novamente apenas três imagens:
- Ghost Comic Halloween, de Mysticartdesign
- Girls Hiding, de Juanita de Paola
- Foto do primeiro hostel para jovens do mundo todo, em Altena, Alemanha, por Tanja Richter
As imagens citadas acima foram distribuídas pelas licenças CC0.
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