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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Aventure-se!

Muitas postagens das imagens de divulgação que distribuo pelo Facebook e Instagram usam o mote "Aventure-se" ou variações deste. O mote faz alusão à uma das mensagens do livro O Rei Adulto.

A necessidade de distribuir uma imagem com pouco texto não permite dar o devido crédito às imagens originais usadas em sua composição. Embora as imagens originais sejam distribuídas pela licença CC0, que não requer o crédito ao original, não custa agradecer os autores e referenciar ao seu trabalho.

Essa postagem busca documentar essas imagens de divulgação e apontar seus originais.

Compartilhada no dia 27 de janeiro de 2017.

Imagem original por rihaij.

Modificações: mudança no rótulo da plaquinha e inclusão do logotipo.




Compartilhada em 2 de fevereiro de 2017.

Imagem original por Tom Pickering.

Modificações: inclusão de frase e logotipo.






Compartilhada em 1 de março de 2017.

Imagem original por Gianni Crestani.

Modificações: inclusão de frases e logotipo.




Compartilhada em 26 de março de 2017.

Imagem original por José Ribeiro.

Modificações: inclusão de frases e logotipo.




Compartilhada em 6 de abril de 2017.

Imagem original por Meromex.

Modificações: inclusão de frases e logotipo.



Compartilhada em 12 de maio de 2017.

Imagem original 1 por Anna Gambardela.
Imagem original 2

Modificações: composição da cena, inclusão de frases e logotipo (na blusa preta)

Compartilhada em 31 de maio de 2017.

Imagem original por Dariusz Sankowski.

Modificações: inclusão de capa do ebook na tela do celular; mote; ilustração do capítulo 10 sobreposta como se fosse na imaginação da menina.


Compartilhada em 22 de junho de 2017.

Imagem original por Ridwan Hardjowibowo.

Modificações: cor de fundo, mote na faixa, logotipo no escudo.
Compartilhada em 8 de julho de 2017.

Imagem original 1 de Squeeze.
Imagem original 2 de Pezibear.

Modificações: composição da cena; logotipo na lombada do livro.


Compartilhada em 16 de julho de 2017.

Imagem original 1 por OpenClipart-Vectors.
Imagem original 2 por Open Clip Art Library.

Modificações: composição da cena; logotipo; frases.



Compartilhada em 2 de agosto de 2017.

Imagem original 1 de Clker-Free-Vector-Images.
Imagem original 2 de OpenClipart-Vectors.
Imagem original 3 de OpenClipart-Vectors.

Modificações: composição da cena; logotipo; frases.

domingo, 11 de junho de 2017

As constelações infantis

Quando Êisdur tenta encontrar a Cumacanga, para lhe perguntar onde mora o Rei Adulto, ele acaba dedicando algum tempinho para olhar o céu noturno:
Não resistiu a admirar as constelações, neste ínterim. Bem acima de sua cabeça reluziam as dez estrelas da constelação do Sorvete, que dominava o céu de Teres durante todo o outono e o inverno, como a tentar as crianças para os prazeres refrescantes que as esperavam no verão. Ladeando-a, para leste, as constelações do Soldadinho de Chumbo e da Bailarina, e, para oeste, o Triângulo de Gude e a Nau de Papel. Outra que prontamente reconheceu foi a constelação do Ursinho de Pelúcia, guia fiel dos viajantes, sempre a indicar o Norte. (O Rei Adulto, Cap. 2.)
As constelações infantis são um pouco diferentes daquelas reconhecidas pela ciência formal, embora o céu seja o mesmo. As primeiras foram compostas há muito tempo e, acredita-se, pelos próprios Pais, que as usaram para distrair crianças assustadas com a escuridão da noite. Outras foram incorporadas aos céus posteriormente, por sabichões de vários reinos infantis.

As constelações infantis nos céus do Verão e do Inverno.
(Clique para expandir)

Os pequenos sábios, astrólogos e magos do Tamatich e da Macebólia dedicam mais tempo à cartografia do céu estrelado do que seus colegas de reinos vizinhos. Em seus livros e cadernos, há o registro de 64 constelações. Os guaipurinos e os ístaros contestam esse número, mas nunca produziram um inventário completo das constelações que reconhecem para servir de comparação. Por isso, manteremos as 64 bem estabelecidas.

As constelações infantis retratam aspectos da cultura dos petizes: seus folguedos, brinquedos, festas, lendas e animais de estimação.  Curiosamente, as constelações que dominam o céu noturno durante o Verão e o Inverno são, respectivamente, a do Boneco de Neve e do Sorvete. Um adulto poderia achar que estão trocadas... Mas, na verdade, as crianças é que raramente estão satisfeitas.

Algumas constelações têm nomes diferentes em certos reinos, embora mantenham a forma da figura. Por exemplo, no Tamatich muitos chamam de Guilo & Elara a constelação dos Irmãos; da mesma forma, os ístaros recusam-se a usar os nomes Coroa Ticca e Armas de Tamma preferindo, respectivamente, Coroa do Oriente e Armas da Vitória.

Segue, abaixo, a lista dessas 64 constelações, com algumas notas pertinentes.

Constelação
Estação do Ano
Notas
Abelha
Verão

Apito
Verão

Aranha
Verão
Em Teres e Guaipur, esta constelação é associada à aranha Ravira, que teria tecido o mundo infantil (O Rei Adulto, vol. 1, apêndices).
Arco e Flecha
Inverno

Armas de Tamma
Verão
Em Ístar, é chamada de Armas da Vitória.
Árvore
Inverno
Na Macebólia, esta constelação também é chamada de Árbus, em referência à moradia do Espírito da Floresta (O Rei Adulto, vol. 1, Cap. 13).
Bailarina
Inverno

Balões de Festa
Verão

Bandeirolas
Verão

Baú do Pirata
Verão

Beija-Flor
Verão

Biga
Verão
Na Selúnia, essa constelação é considerada uma representação da busca de Fides pelo pó das estrelas (O Rei Adulto, vol. 1, Cap. 4).
Bolo de Aniversário
Verão

Boneco de Neve
Verão

Bruxa Má
Inverno
Os eicsos associam esta constelação à Bruxa do Hlaborg (O Rei Adulto, vol. 1, Cap. 36).
Cabeça de Abóbora
Verão

Caminho do Tesouro
Verão

Canoa
Verão
Os tamatiscos contam que esta constelação celebra a canoa usada por Guilo e Elara para escaparem de Munchal (O Rei Adulto, vol. 1, apêndices). 
Cão
Inverno

Caracol
Inverno

Castelo de Areia
Inverno

Cavalinho de Pau
Inverno

Cegonha com Bebê
Verão
Em Teres e no sul de Guaipur, as crianças que desejam ganhar um irmãozinho ou irmãzinha costumam fazer seus pedidos estendendo os braços para essa constelação. 
Chapéu de Feiticeiro
Verão

Ciranda Cirandinha
Verão
O governo revolucionário de Landau decretou que essa constelação deve ser chamada A União Faz a Força, para o bem da república.

Faz parte desta constelação a estrela mais brilhante do céu. 
Cobra
Inverno
Os caaporas chamam esta constelação de Pytuna, em referência à serpente que traz a noite (O Rei Adulto, vol. 1, Cap. 15). Já em Guaipur, a constelação é denominada Serpente Marinha.
Coroa Ticca
Inverno
Em Ístar, é chamada de Coroa do Oriente.
Dobradura
Inverno

Dragão
Verão

Elefante
Inverno

Espada
Inverno
Alguns sabichões contam essa constelação como um mero asterismo da constelação do Soldadinho de Chumbo
Estilingue
Inverno

Fantasma
Inverno

Fogueira
Inverno

Gatinho com Bola
Inverno

Golfinho
Inverno

Gooey Kablooey
Inverno

Iguana
Verão

Irmãos
Verão
No Tamatich, costuma ser chamada de Guilo & Elara, em homenagem aos dois príncipes que unificaram o reino (O Rei Adulto, vol. 1, apêndices). 
Lacinho
Inverno

Lampada
Inverno

Livro
Inverno

Menino Caçador
Verão
É a constelação mais facilmente reconhecida. Também é denominada de Três Marias mais Quatro Zezinhos, nas regiões montanhosas de Teres, em referência às suas estrelas principais.
Nau de Papel
Inverno
É a maior constelação do céu. 
Paleta de Aquarela
Verão

Palhaço
Verão

Papagaio
Inverno

Patinho de Borracha
Inverno
Uma das constelações originais compostas pelos Pais. Situa-se no céu do inverno para estimular as crianças a não evadirem ao banho, durante os dias frios.
Peixinho
Verão

Pião
Inverno
Na Gandaia, essa constelação é considerada parte da constelação Pipas, que se situa ao lado. 
Piñata
Verão

Pipas
Inverno

Pirulito
Verão

Porquê
Inverno
Uma das constelações originais compostas pelos Pais. Celebra as constantes e inconvenientes perguntas que as crianças mais novas fazem quando buscam entender o mundo.
Soldadinho de Chumbo
Inverno

Sorvete
Inverno

Tamborete
Verão

Tartaruga Marinha
Verão

Tenda
Verão

Trenó de Neve
Inverno

Triângulo de Gude
Inverno

Unicórnio
Inverno

Ursinho de Pelúcia
Inverno
Uma das constelações originais compostas pelos Pais. Segundo os viajantes, a cabeça do ursinho aponta para o norte, servindo-lhes de guia.
Vaso de Flores
Verão

domingo, 30 de abril de 2017

Lyrnyra: cenas de perda e reconquista

Os cinco capítulos finais do volume I de O Rei Adulto transcorrem em Lyrnyra, a capital da Macebólia. O mapa de Lyrnyra já foi apresentado numa postagem anterior. Agora apresento como compus as ilustrações de divulgação desses 5 capítulos, que figuraram no vídeo Ilustrações d'O Rei Adulto.

ALERTA: para alguns leitores, a pequena introdução que antecederá cada ilustração abaixo poderá ser vista como mini-spoilers. Se você ainda não leu O Rei Adulto, talvez prefira apenas ver as ilustrações no vídeo acima mencionado, ou só ver após terminar a leitura.

A chegada a Lyrnyra


Após deixarem Ybyraoketá, os suprapátrias são presos por ístaros que invadiram a Macebólia e conduzidos a Lyrnyra. Lá descobrem que a cidade sucumbiu ao uso desenfreado de plantas de imaginar e se encontra num caos psicodélico.


A ilustração tentou sintetizar numa única cena diversos elementos da narrativa: o céu com cores anormais, as notas musicais aladas que saem de uma construção rachada, o submarino amarelo a singrar os ares, um menino aparentemente eufórico pelo uso da planta e o Portão do Arco-Íris, por onde os suprapátrias chegam cativos.

As imagens originais usadas para compor esta cena são:

Exceto quando mencionado doutra forma, as imagens citadas acima foram distribuídas pelas licenças CC0.

A composição usou ainda pincéis do Gimp Paint Studio e do Brusheezy.com.

Note as bandeiras que balançam diante das torres no portão: uma é a da Macebólia, e outra é a de Ístar, pois neste capítulo Ístar invadiu e conquistou a Macebólia.

Soslaio, o de Belos Dentes


No capítulo 17, Êisdur e Áymar são levados ante o imperador-príncipe Solaio para serem "julgados". Sua prisão arbitrária os faz questionar duramente o pequeno tirano, que se irrita até perder a calma.


Decidi representar o polêmico imperador-príncipe sentado no trono, paramentado, com coroa e tudo, como é de seu estilo. (Se não fizesse assim, ele poderia mandar-me prender também...). Como a Macebólia possui uma cultura levemente eslavo-germanizada, busquei, onde foi possível, imagens correspondentes para compor a cena:

Já Soslaio foi construído a partir da imagem Pretend-Angry Face (licença CC-BY 2.0), por Michael Bentley, que já tinha sido usada noutra composição.

Torre da Lua


Wáldron busca ajuda na Torre da Lua, onde se encontram a Ordem das Sacerdotisas dirigida pela irmã de Áymar. O mago o informa que reconhecerá facilmente a torre pois ela é encimada por um grande crescente.


Para esta composição, busquei por uma imagem que mostrasse céu e várias casas, pois Wáldron avista a torre elevando-se acima das casas. A imagem que me dava o melhor ponto de vista foi esta fotografia de Pisa por Rudy and Peter Skitterians. A rigor, as casas macebóis não são assim; se parecem mais com as da imagem do capítulo seguinte. Mas o cenário combinou um pouco com o do Portão do Arco-Íris, ao menos nas paleta de cores.

Parte da torre provém da imagem Kilmacduagh round tower in the burren Ireland (domínio público) por Jon Sullivan.

Exceto quando mencionado doutra forma, as imagens citadas acima foram distribuídas pelas licenças CC0.

A Fuga aos Olhudos


Os ístaros tentam caçar Wáldron com os Olhudos, dois enormes globos oculares, criados por meio das plantas de imaginar. A fuga ocorre nas ruas do bairro pobre e causa pânico geral, levando várias crianças a correr também.



As crianças dessa cena provém da fotografia Children's egg & spoon race (licença CC BY-SA 3.0) por Alethe.

As demais imagens usadas foram:

Exceto quando mencionado doutra forma, as imagens citadas acima foram distribuídas pelas licenças CC0.

Como a cena corresponde a várias crianças correndo, não tive a preocupação de identificar personagens específicos. Mas noto a curiosa semelhança entre o menino no primeiro plano e Wáldron.

A Reconquista de Lyrnyra


Ao fim do volume I, Lyrnyra é reconquistada aos macebóis, após a libertação dos suprapátrias. Isso envolve algumas lutas e uma delas é entre Áymar e Telelco, o capitão da guarda ístaro. Telelco adquire poder mágico repentinamente após ingerir uma grande quantidade de plantas de imaginar. Numa das cenas, ele invoca uma hidra para retardar Áymar enquanto foge. O livro, na verdade, menciona uma serpente de 3 cabeças; considerei válido usar uma hidra na ilustração, pois a ideia é a mesma.


O ataque da hidra acontece nas masmorras do castelo de Lyrnyra. Para representar o local usei a fotografia feita por Canes das masmorras da torre do rei do forte Oreshek (licença CC BY-SA 3.0).

O menino provém desta fotografia de George Hodan. Mudei a expressão de seu rosto e caracterizei-o com as roupas e cabelo de Áymar.

As demais imagens usadas foram:

Exceto quando mencionado doutra forma, as imagens citadas acima foram distribuídas pelas licenças CC0.


Esta ilustração completa o rol de ilustrações de cada capítulo do volume I.



Nos termos das licenças CC BY-SA 2.0 e 3.0, as duas imagens derivadas abaixo
são aqui distribuídas segundo a licença CC BY-SA 3.0.

sábado, 29 de abril de 2017

Ilustrações do Volume I

O vídeo incorporado abaixo contém todas as ilustrações de divulgação do vol. I de O Rei Adulto, na ordem correspondente da história. Funciona como um storyboard para quem ainda não conhece o livro e quer xeretar o que suas páginas prometem.


A única ilustração que não se relaciona com o volume I é a que representa a tenente Ctara Bergrak, que só é apresentada no começo do volume II.

Divirtam-se, compartilhem e não deixem de se inscrever no canal O Rei Adulto, no youtube!

sexta-feira, 17 de março de 2017

Cenas de Grínkor

A floresta de Grínkor figura como localidade principal dos capítulos 13, 14 e 15 de O Rei Adulto. As ilustrações correspondendes a esses capítulos foram feitas entre fevereiro e março. Esta postagem apresenta-as, bem como os devidos créditos das imagens que foram usadas para compô-las.

A Árvore-Castelo do Espírito da Floresta 


No capítulo 13, os suprapátrias encontram-se com o Espírito da Floresta e conhecem sua residência: uma árvore que tem formato de castelo.


Ao contrário das ilustrações de outros capítulos, quase tudo nessa ilustração é pintura digital. A única coisa que não é pintura é a textura de fundo, que apresenta várias copas de árvores e é uma fotografia de Ruslan Kokarev.

A grama, os arbustos e a copa da árvore-castelo foram feitos com pincéis do Gimp Paint Studio. O resto foi fruto de minhas parcas habilidades de desenho e alguma sorte. Ao fim, apliquei sobre a ilustração o filtro Graphic Boost do GMIC, que avivou bastante a ilustração.

A Cidade das Lendas


No capítulo 14, os suprapátrias chegam a Ybyraoketá, conhecida como a Cidade das Lendas, por ser um centro de difusão de histórias dos caaporas, a tribo que habita a floresta de Grínkor.

Ybyraoketá é uma palavra do Abanheenga (Tupi Antigo) que significa "muitas casas de árvore". De fato, a cidade é composta por casas construídas sobre as árvores (as ibiraocas).



Para essa composição, decidi iniciar a partir de uma simulação 3D realizada com o Blender. Construí os objetos tridimensionais e dispus a cena como gostaria de representá-la.


Em seguida, escolhi um ângulo para a câmera e renderizei os objetos. Importei a renderização com o Gimp e comecei a substituir apenas os troncos 3D por texturas de árvores de algumas imagens:
Novamente, os arbustos e folhagem vieram de pincéis do Gimp Paint Studio. Desenhei com detalhe uma das ibiraocas seguindo o volume da renderização. Depois repeti a mesma construção nas demais posições, mas variei o tamanho e a orientação das portas e janelas. Usei ainda como fundo, entre as árvores, a imagem Oak Forest de Hans Braxmeier. Finalizei com as ilustrações da escada e das pontes de corda entre as ibiraocas.

Na verdade, não fiquei muito satisfeito com o resultado final dessa ilustração. Mas ela serviu para me fazer experimentar novas técnicas.

 As imagens citadas acima foram distribuídas pelas licenças CC0.
 

O Tucano e a Onça


No capítulo 15, os caaporas contam diversas lendas da floresta às crianças que buscam o Rei Adulto. Uma dessas lendas é sobre como o tucano se tornou o rei dos animais, que você ler aqui. Houve um pacto entre o tucano e os felinos, e ele teve de governar de dentro da boca de uma onça.


Esta foi a composição mais simples de fazer até o momento, embora nem por isso menos divertida. Usei apenas duas imagens:

Nos termos das licenças CC BY-SA 3.0, a imagem derivada ao lado é aqui distribuída segundo a mesma licença CC BY-SA 3.0.

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Assombrações por toda parte

Finalizei nesta semana duas novas ilustrações de capítulos, correspondentes aos de número 11 e 12, situados aproximadamente na metade do volume 1 de O Rei Adulto.

Segue abaixo uma descrição de como as composições foram feitas e os créditos correspondentes de cada imagem usada.

O casarão em Lampur


Em Lampur, os viajantes descobrem que a cidade está em pânico devido a relatos sobre usuários de plantas de imaginar que se escondem num casarão abandonado. O prefeito decide liderar uma marcha para expulsar do local quem quer que lá esteja. Ao chegar à clareira diante do casarão, um surto de heroísmo o impele a correr à frente de todos, expondo-o ao ataque duma torta de glacê melequento que lhe arremessam da janela.



Para essa composição, usei apenas três imagens:
Nesta composição, o casarão requereu mais atenção. Usei apenas parte da imagem original e mudei a perspectiva, para que fosse visto inclinado. Depois mudei a curva característica de intensidades para escurecê-lo e subexpus feixes cônicos no telhado e fachada para simular os feixes de luz que se vê na floresta (na outra imagem). Por fim, colori as janelas para simular a presença de archotes acesos no interior do casarão. Para o prefeito, usei apenas o rosto do menino; todo o resto é pintura digital -- estou melhorando nisso com o tempo...

O Fantasma do Duque-Menino de Valindo


Em Valindo há ruínas duma construção impressionante, que foi erguida para ser o maior castelo de todo o mundo em todos os tempos. Sua construção foi planejada pelo duque de Valindo e consumiu toda sua infância. Obcecado por seus planos, tornou-se incapaz de brincar e acabou adoecendo. Faleceu muito jovem. A lenda diz que se tornou um fantasma e agora tenta buscar fazer amizade com as poucas crianças que por lá se aventuram, mas todos fogem assustados.



Para essa composição, usei novamente apenas três imagens:
A maravilhosa foto de Juanita de Paola deu o tom à cena. Adicionei os chapéus às meninas para caracterizá-las como crianças num mundo de fantasia. O fantasma lembra uma criança fantasiada e me pareceu bem apropriado para representar o fantasma do duque-menino. Apliquei nele um filtro Outer Glow para criar o espectro, e deixei-o semitransparente. Quanto à imagem de fundo, subexpus as áreas iluminadas pelo sol, para que parecessem estar à mesma meia-luz, e  fiz o reflexo da luz do espectro no portão de entrada.

As imagens citadas acima foram distribuídas pelas licenças CC0.