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sábado, 4 de agosto de 2018

Videorresenha de O Rei Adulto por Erick Lins

O Rei Adulto ganhou uma nova videorresenha, desta vez feita pelo jovem escritor Erick Lins.


Erick é autor da série Animal Fusion, que já tem dois livros publicados. Ele tem um canal dedicado a livros em geral. Dê uma olhada no trabalho dele e não esqueça de curtir e compartilhar!

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Dois novos leitores aprovaram O Rei Adulto

Nesta semana, O Rei Adulto recebeu duas novas resenhas no Instagram, ambas muito favoráveis!



A primeira foi de Alan Santos. Do que me recordo, foi o primeiro leitor que comentou explicitamente sobre as semelhanças da aventura de Êisdur com um RPG, bem como sobre a história ter um quê de O Senhor dos Anéis. Tolkien certamente foi uma das minhas inspirações, como já mencionei antes.

Veja a postagem de Alan e seus comentários:

➡️Parceria com o autor @oreiadulto 👑 Em busca de seu irmão que desapareceu do mundo das crianças ao chegar à adolescência, Êisdur Árland, embarca em uma jornada à sua procura. Acreditando que O Rei Adulto, uma figura lendária de seu mundo seja o único a ajudar na localização do irmão, Êisdur se une a outras seis crianças (de várias classes como um bom RPG: mago, cavaleiro, ladrão, tenente...) para completar a missão. O grupo ganha o raro título de Suprapátrias, que significa que a missão é considerada importante para o mundo infantil. A missão se complica quando o mundo é ameaçado por "plantas de imaginar" que comprometem toda imaginação das crianças. ➡️MINHAS CONSIDERAÇÕES ✔️Helio Jaques me impressionou com a escrita, com as ideias trabalhadas (a transição infância / adolescência), o cuidado linguístico, a criação do mundo e mapas, as referências ao RPG, a jornada que em algum momento me lembrou O Senhor dos Anéis... ➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖ 🆘Helio, por favor nos dê o desfecho dessa aventura 🙏 #oreiadulto #heliojaques #editoraazo #instabook #bookstagram #bookworm #book #literaturanacional
Uma publicação compartilhada por Alann Santana (@alannsants) em

Já a segunda resenha foi escrita pelo jovem escritor mineiro Daniel Dornelas, que mantém o blog literário Lendo com Daniel.

Leia essa resenha no próprio blog de Daniel.


sábado, 20 de janeiro de 2018

O Rei Adulto, em números

Manuscrito de O Rei Adulto
Eis alguns números relacionados a O Rei Adulto.

A história completa corresponde a
495 laudas tamanho A4, com 241 mil palavras, quase 1,5 milhão de caracteres.

Ela foi dividida em 2 volumes. Apenas o primeiro deles já foi publicado, com 354 páginas no formato 16 × 23.

Ela contém:
  • 42 capítulos e um epílogo.
  • 11 apêndices, que inclui um pequeno glossário.
  • 6 mapas
  • 206 personagens, sendo 15 principais e 60 secundários
  • 42 "raças" de seres fantásticos;
  • 182 topônimos, entre nomes de reinos, províncias, cidades e acidentes geográficos
  • 48 termos únicos à história (gentílicos, eventos do passado, etc). 
Os eventos narrados se desenrolam ao longo de, aproximadamente, 150 dias. Aqueles do volume 1 correspondem a 48 dias de aventura.

O tempo de escrita foi aproximadamente 10 anos, entre 1991 e 2001.

O preço atual do ebook  é R$ 5,90, e do livro impresso, R$ 35,00. E por falar nisso, você já adquiriu seu exemplar? :)

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Conheça a nova edição de O Rei Adulto!

No próximo dia 20 de dezembro, O Rei Adulto será lançado em versão de livro impresso pela Agência Literária AZO.



A história completa foi dividida em dois volumes. O volume 1 já tinha sido lançado em versão eletrônica em novembro de 2015. É esse mesmo volume que agora terá edição impressa em uma primorosa diagramação feita pela AZO.

Eis algumas fotos de sua diagramação:

A diagramação feita pela AZO inicia cada capítulo com uma página em
estilo de iluminura. As páginas ligeiramente amareladas dão um aspecto
envelhecido ao livro que combina bem com a história.


O livro é composto em Junicode, uma bela tipografia criada para estudos medievais.
As capitulares são da familia de tipos Goudy Initialen, criadas por Dieter Steffmann.

Mapas desenhados a nanquim também foram reproduzidos nas últimas páginas do livro:



O Rei Adulto está em pré-venda pelo site da AZO até a véspera do dia 20. Aproveite a pré-venda, pois o livro estará sendo vendido com 15% de desconto e frete gratuito para quem for buscá-lo no evento de lançamento!

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Entrevista à revista Divulga Escritor

A entrevista que demos ao Portal Literário foi também publicada na Divulga Escritor - Revista Literária da Lusofonia, edição de setembro de 2017.

A revista é especializada na divulgação de escritores e suas obras. Ela foi criada em setembro de 2013, pela jornalista Shirley M. Cavalcante. Todos os números anteriores da revista podem ser baixados gratuitamente no site do Portal Literário.

O número 29, onde nossa entrevista se encontra, foi dedicado a participantes do IV FLAL. Ele pode ser baixado inteiramente deste endereço.

Abaixo, reproduzimos as páginas dessa entrevista.

(clique para ampliar)
(clique para ampliar)

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Aventure-se!

Muitas postagens das imagens de divulgação que distribuo pelo Facebook e Instagram usam o mote "Aventure-se" ou variações deste. O mote faz alusão à uma das mensagens do livro O Rei Adulto.

A necessidade de distribuir uma imagem com pouco texto não permite dar o devido crédito às imagens originais usadas em sua composição. Embora as imagens originais sejam distribuídas pela licença CC0, que não requer o crédito ao original, não custa agradecer os autores e referenciar ao seu trabalho.

Essa postagem busca documentar essas imagens de divulgação e apontar seus originais.

Compartilhada no dia 27 de janeiro de 2017.

Imagem original por rihaij.

Modificações: mudança no rótulo da plaquinha e inclusão do logotipo.




Compartilhada em 2 de fevereiro de 2017.

Imagem original por Tom Pickering.

Modificações: inclusão de frase e logotipo.






Compartilhada em 1 de março de 2017.

Imagem original por Gianni Crestani.

Modificações: inclusão de frases e logotipo.




Compartilhada em 26 de março de 2017.

Imagem original por José Ribeiro.

Modificações: inclusão de frases e logotipo.




Compartilhada em 6 de abril de 2017.

Imagem original por Meromex.

Modificações: inclusão de frases e logotipo.



Compartilhada em 12 de maio de 2017.

Imagem original 1 por Anna Gambardela.
Imagem original 2

Modificações: composição da cena, inclusão de frases e logotipo (na blusa preta)

Compartilhada em 31 de maio de 2017.

Imagem original por Dariusz Sankowski.

Modificações: inclusão de capa do ebook na tela do celular; mote; ilustração do capítulo 10 sobreposta como se fosse na imaginação da menina.


Compartilhada em 22 de junho de 2017.

Imagem original por Ridwan Hardjowibowo.

Modificações: cor de fundo, mote na faixa, logotipo no escudo.
Compartilhada em 8 de julho de 2017.

Imagem original 1 de Squeeze.
Imagem original 2 de Pezibear.

Modificações: composição da cena; logotipo na lombada do livro.


Compartilhada em 16 de julho de 2017.

Imagem original 1 por OpenClipart-Vectors.
Imagem original 2 por Open Clip Art Library.

Modificações: composição da cena; logotipo; frases.



Compartilhada em 2 de agosto de 2017.

Imagem original 1 de Clker-Free-Vector-Images.
Imagem original 2 de OpenClipart-Vectors.
Imagem original 3 de OpenClipart-Vectors.

Modificações: composição da cena; logotipo; frases.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Entrevista no Portal Literário


Clique e leia a entrevista que demos ao Portal Literário! A entrevista será publicada na próxima edição da revista Divulga Escritor.

Caso goste de dicas de literatura, por que não aproveitar e curtir a fanpage do Portal Literário?

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Parceria com o instagram literário _jjworld

O Rei Adulto recebeu uma indicação bastante favorável do instagram literário _jjworld. Confira a postagem e deixe lá sua curtida!

E por que não aproveitar e curtir também o instagram _jjworld, para receber outras indicações literárias?

. .•° #Livro: O Rei Adulto - Oeste / Volume 1 #Autor: Helio Jaques O Rei Adulto é uma #fábula sobre as dificuldades que envolvem a passagem da criança à vida adulta. Ambientado dentro do mundo imaginário e fantasioso das próprias crianças, a história foi dividida em dois volumes: o Volume 1 - Oeste e o Volume 2 – Leste. Oeste e Leste fazem referência ao mundo onde se passa a história cujos mapas são apresentados no fim de cada volume. O autor se preocupou com o detalhamento do cenário, a exemplo do que fez o Mestre Tolkien com sua maravilhosa Terra Média; alem disso ele deu características especificas de linguagem para cada região do mundo infantil, dando ao leitor a sensação de estar, de fato, caminhando por culturas diversas enquanto busca pelo Rei Adulto. Até quando entra na floresta, encontra crianças que falam tupi antigo; ou quando precisam falar em código, para não serem descobertos, usam a língua-do-pê. Embora fale sobre a infância, não é apenas um livro infantil. Esta é uma #leitura para adolescentes, jovens adultos e qualquer um que ame #fantasia, ao estilo do livro 'A História Sem Fim'. É uma leitura instigante e envolvente que nos faz querer devora-la cada vez mais. *-* ' Recomendo!😊📚 .•° #insta: @oreiadulto #Blog: http://oreiadulto.blogspot.com.br/ #Face: https://www.facebook.com/OReiAdulto. #Amazon: https://www.amazon.com.br/O-Rei-Adulto-Helio-Jaques-ebook/dp/B01N57NVMU . °•.•°•°•. #bibliophile #igliterario #book #books #resenha #livroreportagem #livros #libro #romance #instabook #instaread #insta #ig #bookster #olivreirodecabul #ler #instalivros #bookstagram #bookstagrammer #bookaholic #boatarde #divulgação
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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Minha entrevista ao IV FLAL

Compartilho aqui a entrevista que dei ontem no IV FLAL. Para acessar o bate-papo que ocorreu após a entrevista, clique na postagem abaixo.




Neyd Montingelli: Qual seu gênero literário? E estilo, tem um próprio ou é baseado em escritores famosos?

O gênero principal da minha escrita é a Fantasia. Suponho que tenho um estilo próprio, embora este se forme da mistura dos estilos de alguns escritores famosos que muito me influenciaram, notadamente Michael Ende, J. R. R. Tolkien, Monteiro Lobato, Clarice Lispector, Milan Kundera e Cecília Meirelles.  Meu livro “O Rei Adulto” trata a infância como uma aventura pela qual todos passamos, como se fosse de fato um mundo encantado, com seus reinos e castelos, monstros e conflitos intermináveis, embora divertidos.  A chegada à adolescência é representada por um gradual alheamento das crianças e pela travessia do temido Rio das Lágrimas, que marca a fronteira de seu mundo, além do qual se inicia o mundo dos adultos. Por conta disso, classifico este livro em particular como uma obra de “fantasia alegórica”. Todos os elementos de um clássico de fantasia épica estão ali: mapas, povos diferentes, seres fantásticos, magia, inimigos, batalhas, uma busca que movimenta todo o mundo infantil, mas esses elementos podem ser igualmente tomados como representações psicológicas de situações da infância e da angústia que um menino tímido sente ao perceber que está amadurecendo.

FLAL: Por que escolheu escrever para um público infantil? Teve algum motivo? Quais cuidados os escritores devem ter ao escrever para crianças? Que assuntos nunca devem ser abordados numa história infanto-juvenil?

“O Rei Adulto” é uma obra sobre a infância, mas não necessariamente para crianças. Escrevi-o tendo como alvo principal um público com idade entre 12 e 30 anos, especialmente os que gostam de aventura ou joguem Role Playing Games. Ele representa a infância aos olhos de quem já passou por ela, como se fosse um convite a relembrá-la, divertir-se, chorar e torcer pelos personagens pela identificação com sua aventura. E uma reflexão sobre o que levamos da infância à vida adulta. Certamente, imagino que outros leitores podem vir a se interessar pela história, incluindo crianças, dada sua temática geral. Mas não busquei uma linguagem mais próxima às crianças, pois escrevi principalmente para um público mais escolarizado. Ainda assim, encontrei durante o processo criativo algumas questões pertinentes a essa pergunta, pois meus personagens são crianças e, por conta disso, vários aspectos da natureza humana não se adequavam à história. Tive de considerar com muito cuidado como representaria nelas especialmente a maldade, a ganância e a sexualidade. Lembrar-se dessas situações em minha própria infância me ajudou a encontrar o tom. Quanto a que assuntos nunca devem ser abordados numa história infantojuvenil, acho que todos os assuntos podem ser abordados, desde que no tom e linguagem apropriados.

João Augusto: Em sua obra, os personagens são fictícios ou reais? De onde veio sua inspiração para criar os personagens principais?

Todas as personagens são fictícias, mas certos traços de suas personalidades podem se inspirar pessoas que conheci. São sete as crianças que compõe o núcleo principal de personagens de “O Rei Adulto”: o caçador Êisdur Árland, o ladrão Wáldron Gastrano, a contadora de histórias e herbalista Marsena Sterinax, o cavaleiro Harsínu Sterinax, o mago Áymar Resphel, o mascate trambiqueiro Ernesto Molicári e a tenente Ctara Bergrak. Suas idades vão de 6 a 13 anos, e cada qual tem suas motivações, algumas das quais não são muito óbvias no começo da história.  Seu grupo é capaz de uma diversidade de funções, tal como um grupo de RPG, mas cada personagem foi desenvolvida em grau diferente, na medida em que apoiavam a linha principal da história.

Fer Lima: Qual seu personagem preferido?

Destes, o preferido é Wáldron, o ladrãozinho. Além de ser o caçula do grupo, é o mais arisco e desbocado. Ele representa tudo o que eu mesmo não conseguia ser quando era criança, e justamente por isso acabou ganhando minha afeição.

Gislene Mattos: Seu livro nasce de uma inspiração do seu eu para o mundo ou observação da realidade?

Acho difícil fazer uma separação estrita entre o que é totalmente interior (um olhar do autor para si mesmo) e do que é totalmente exterior (o autor descreve a realidade a partir de suas opbservações), uma vez que um autor não está isolado de seu meio e este, por sua vez, só pode ser “traduzido” e “interpretado” com base no arcabouço prévio cognitivo do autor, o que inclui intelecto e empatia. Eventualmente, podemos dizer que certas obras são mais introspectivas, outras mais extrospectivas. Penso que “O Rei Adulto” está num meio termo, uma vez que a história usa uma descrição imaginária para representar aspectos reais da vida, assim como o fez Michael Ende em “A História Sem Fim” e “Momo”.

FLAL: O que você procura passar para seus leitores em suas histórias?

Miro bastante os exemplos de Michael Ende e Monteiro Lobato. Ambos escreviam para crianças e colocaram muitas considerações filosóficas em suas obras, que simultaneamente eram histórias e gatilhos para reflexões humanísticas. Em particular, os livros de Michael Ende vão além do gênero infanto-juvenil, pois a compreensão de muitas de suas alegorias e valores requerem uma vivência que jovens ainda não têm. Desenvolvi em “O Rei Adulto” essa característica de história e mensagem acerca do valor da amizade, da colaboração entre rivais para compormos um mundo melhor e mais justo, entre outras. Além disso, há muito humor na história: estamos falando sobre uma sociedade totalmente composta por crianças que decide compor uma expedição para encontrar o lendário rei adulto. Muita coisa dá errado, num contexto puramente infantil, e disso vem boa parte da graça. Quero que meu leitor se divirta. Quero que ele gargalhe, devore as páginas com ansiedade para, em seguida, reflitir sobre o que leu. Quero que meu texto o inspire a ser criativo, tal qual Michael Ende me inspirou.

Michelle Paranhos: Quando você escreve direciona sua história de forma a agradar seu público-alvo? O público-alvo é uma preocupação para você?

Não escrevi especificamente para agradar um determinado público, mas tampouco para desagradar qualquer outro. Escrevi o que queria transmitir: a história em seus termos. Por exemplo, desejava que os diálogos de crianças provenientes de reinos distintos representassem vividamente essa variedade cultural. Então, decidi marcar cada cultura por uma variedade da língua portuguesa, desde uma arcaica, uma etimológica, uma brasileira, outra europeia, até a variante informal das classes pobres dos subúrbios de cidades brasileiras. Poderia ter simplificado a linguagem usada nos diálogos. Isso provavelmente agradaria mais pessoas; eventualmente aumentaria o número de leitores. Porém, me pareceria um texto pasteurizado, sem alma. Busquei ser fiel ao meu gosto literário. Considerei escrever uma história que eu mesmo gostaria de ler, caso o autor tivesse sido outro. Foi apenas este o meu norte.

FLAL: Você gosta de ambientar suas histórias no Brasil?

Embora faça uso de mapas, o cenário de meu livro não se situa num local geográfico do planeta Terra, nem tampouco doutro planeta. Ele descreve cenários fictícios que representam paisagens imaginárias às quais as crianças se transportam em suas brincadeiras. Em nossa cultura, a preponderância de histórias de contos de fadas, largamente inspiradas no folclore europeu, deu ao mundo de “O Rei Adulto” um aspecto medieval, mas há uma grande mistura de culturas, que me permitiu incluir vários temas do aspecto brasileiro, como a cumacanga, lendas indígenas, um erê, além de referências a folguedos infantis. Mesmo não havendo referência direta ao Brasil, é uma história colorida pelo olhar brasileiro.

Gislene Mattos: Que gênero você começou escrevendo? E como desencadeou em outros gêneros?

Eu comecei escrevendo apenas poesia, especialmente poesia metrificada. Ainda era adolescente e a maioria dos meus poemas são meras lamentações e queixas dessa idade. E na verdade a poesia tinha para mim esse propósito de permitir cristalizar a frustração e aliviar minha angústia. Ao fim da adolescência, experimentei dificuldade em verbalizar os sentimentos através da poesia, como vinha fazendo. Foi nesse momento que busquei outras formas de expressão. Inicialmente, o desenho. E, em seguida, prosa.

FLAL: Quanto tempo demora para escrever um livro?

Não creio que haja uma resposta única para essa questão. Há pessoas que sustentam ser possível escrever um livro em poucos dias. O que posso afirmar é que dificilmente um livro escrito em tão poucos dias poderá ser denso o suficiente para me cativar como leitor. Suponho que todo o trabalho para montar o enredo, diálogos, narrativa, dar vida às personagens, etc, deva levar uns bons meses. No meu caso, levei dez anos para escrever “O Rei Adulto”, entre meus 19 e 30 anos. Demorei em parte porque tinha os compromissos com minha carreira de astrônomo, mas também porque precisava amadurecer a história e entender o que era essa personagem lendária chamada rei adulto sobre a qual eu me propunha a escrever. Afinal, não é possível escrever sobre o amadurecimento, quando se ainda é imaturo.

Natali Felix: Como você organiza seu processo criativo: decide o que vai ser escrito, por onde começar e quais serão as fases?

Comecei a escrever essa história quando ainda era muito jovem. E não sabia aonde ela me levaria. Fui deixando que ela me conduzisse de forma um tanto caótica nos dois primeiros anos de seu desenvolvimento. Nas pausas, entre novas linhas escritas, refletia sobre os acontecimentos que tinha narrado e imaginava o desenrolar do enredo, os aspectos culturais de cada reino que coloquei no meu mapa, etc. Passei a anotar todas essas considerações periféricas e guardar numa pasta. A partir de metade do livro escrito, passei a delinear esquemas mais complexos, pois a própria história pedia isso: um calendário de eventos, um plano mais claro para o crescimento interior de algumas personagens, etc. Em fóruns de novos escritores, leio muitos preocupados em delinear desde o começo as fases, a linha principal, entre outros. No meu caso, não fiz isso. Talvez tivesse me facilitado, se eu seguisse essa metodologia desde o começo, mas sequer a conhecia. A história foi se construindo na medida em que dialogava mentalmente com essas personagens.

Paula Lessa: Quando estava escrevendo partilhava a história com alguns familiares?

Sim, meus primos e uma tia foram quem primeiro conheceram algumas das histórias contadas em “O Rei Adulto”. Depois, foram os amigos mais próximos.

Maria Eduarda Razzera: Como você utilize as plataformas digitais e redes sociais para promover o seu trabalho?

Eu busco ter presença nas principais redes sociais: facebook, blogspot, instagram, youtube e twitter. Cada uma delas tem uma linguagem específica. No blogspot, eu mantenho um blog (http://oreiadulto.blogspot.com) que agrega notícias e informações gerais sobre o livro, seu processo criativo, etc. No instagram @reiadulto, posto regularmente as ilustrações e mapas que produzo usando o software Gimp. O twitter e o facebook funcionam como distribuidores desse material, pois neles posto tanto as imagens e ilustrações quanto as chamadas para o blog. Pelo facebook também distribuo esporadicamente postagens de outros autores, devidamente identificados, sobre fantasia e literatura, em geral. No youtube, postei dois book trailers. O número de curtidas na página ou visualizações no blog cresce com o tempo. Tento postar alguma coisa a cada semana, em pelo menos uma dessas redes. A interação ainda é pequena. Na verdade, poucos leram o livro, pois está publicado apenas como ebook e esse formato não é muito popular. Mas o importante é que o nome do livro e sua sinopse estão se tornando conhecidos. Isso é fundamental para criar um grupo de pessoas interessadas em sua história e mostrar a uma editora comercial que há vendabilidade.

Michelle Paranhos: O que significa sucesso literário para você?

Ser lido, entreter e inspirar positivamente os leitores.

FLAL: Conte um pouco de suas experiências ao enviar seus originais para aprovação de uma ou mais editoras? Há autores que acreditam que esses não são lidos e que, passado um tempo, elas mandam a resposta de recusa padronizada. Você também?

Enviei o original de “O Rei Adulto” a algumas poucas editoras. Com exceção daquelas que esperam contrapartida do autor, as outras não responderam ou enviaram uma mensagem de recusa que, de fato, parece genérica. Obviamente, as editoras devem receber muitos originais e talvez não deem conta de todos. Já me disseram que apenas as 10-15 primeiras páginas são lidas. E que é nelas que a editora determinará se fará uma avaliação melhor da história ou não. Ainda assim, a resposta foi tão genérica, que duvido que algo tenha sido lido. Era uma resposta do tipo “a editora não trabalha com obras desse gênero, e isso não era verdade, eu podia citar pelo menos 6 clássicos muito vendidos do mesmo gênero no catálogo dessa editora.

Alan Ramos: Qual o melhor conselho pra quem quer ser um novo escritor?

Seja um leitor frequente. Leia muito, mas não apenas o seu gênero favorito. Trate o idioma com carinho, pois ele é sua ferramenta.

Gislene Mattos: Para adquirir o hábito de escrever acredito que é preciso motivação e persistência. Você pode contar um pouco de sua trajetória como venceu ou ainda vence os obstáculos para ter o hábito da escrita?

A motivação é fundamental: você precisa ter uma história que julga que vale a pena contar. A persistência é o outro lado da moeda: você precisa dedicar seu tempo a essa história, e à vida de suas personagens. É preciso método, tirar um tempo por semana para ficar sozinho, diante do caderno ou do computador, traduzindo para o papel as histórias que você tem na mente. Se num dia programado para isso não houver condições de escrever, pegue um caderno de notas e apenas rabisque ideias soltas sobre a parte do enredo que está difícil esmiuçar, ou ideias sobre situações futuras que pretende incorporar num próximo capítulo. Ou então desenhe, mesmo que seu traço seja vacilante. O desenho expressa de forma sintética várias situações e contextos que a escrita expressa de modo analítico. Frequentemente, um desenho pode servir de gatilho para novas ideias. Note que a persistência para escrever uma história não impõe que você esteja sempre, nos dias programados, escrevendo. Você pode estar parado, imaginando, planejando, fermentando as ideias até que estejam prontas para serem escritas.

Danieli Mutzenberg: Como conseguir um agente literário? Quais as maiores estratégias para isso?

Sou agenciado pelo Fernando Cardoso, da Agência Literária AZO. Antes de conseguir esse agenciamento, procurei várias agências. Algumas cobravam um preço muito alto, outras nem responderam o contato inicial. Antes de ser agenciado pela AZO, eu tinha a sensação de que o agente literário só receberia algo se o livro fosse publicado. As coisas não funcionam assim, e demorei a me dar conta de as únicas agências que podem se dar ao luxo de atuar dessa maneira são aquelas que trabalham com autores conhecidos e que vendem muito (ou que venderão potencialmente muito, como no caso de youtubers conhecidos). As agências menores, que tratarão seu livro com mais carinho e atenção, precisam de algum pagamento inicial, pois o/a agente tem despesas reais até mesmo para conseguir divulgar seu livro. O que posso recomendar a um novo autor é que busque o contato de agências literárias, verifique o catálogo dessas agências, considere o custo inicial do agenciamento em comparação com a experiência do/a agente.

Neyd Montingelli: Tem livro em produção independente? Tirou o ISBN deles?

Antes de ter um contrato com a Agência Literária AZO, publiquei “O Rei Adulto” numa tiragem independente de 50 volumes. Não tirei ISBN dele por supor que isso poderia prejudicar alguma futura publicação comercial. Na verdade, não tenho certeza se prejudicaria. Mas independente de ter um ISBN, seu livro produzido de forma independente precisa ser registrado no escritório de direitos autorais da Biblioteca Nacional, para garantir a autoria de seu original.

FLAL: Como você vê o futuro da Literatura Brasileira?

Não vejo as editoras comerciais atuais interessadas na Literatura Brasileira e em seu futuro. Infelizmente, elas guiam-se pelo lucro rápido. Justamente por isso apostam principalmente em obras estrangeiras, mesmo quando a qualidade de várias delas é menor do que outras nacionais. Ao pensar na literatura do século XX, sabemos de escritores que participavam de movimentos literários, um após o outro, e eram publicados e lidos no auge desses movimentos. Parece-me que nada parecido com isso existe no Brasil desde os anos 60. A escola não trata de literatura contemporânea, e os meios de comunicação não discutem, ao menos em termos nacionais, os movimentos literários contemporâneos, seus expoentes, etc. Vivemos uma era em que alguns poucos nomes, ainda com raízes no século XX, despontam como unanimidades, mas falta uma referência de conjunto. Suponho que ainda existam movimentos literários e seus participantes, mas isso agora se restringe à academia, aos círculos mais cultos, e está fora da órbita da imprensa, das grandes editoras e, por conseguinte, de grande parte da população brasileira. Acho isso um tanto desmotivante.

domingo, 30 de abril de 2017

Lyrnyra: cenas de perda e reconquista

Os cinco capítulos finais do volume I de O Rei Adulto transcorrem em Lyrnyra, a capital da Macebólia. O mapa de Lyrnyra já foi apresentado numa postagem anterior. Agora apresento como compus as ilustrações de divulgação desses 5 capítulos, que figuraram no vídeo Ilustrações d'O Rei Adulto.

ALERTA: para alguns leitores, a pequena introdução que antecederá cada ilustração abaixo poderá ser vista como mini-spoilers. Se você ainda não leu O Rei Adulto, talvez prefira apenas ver as ilustrações no vídeo acima mencionado, ou só ver após terminar a leitura.

A chegada a Lyrnyra


Após deixarem Ybyraoketá, os suprapátrias são presos por ístaros que invadiram a Macebólia e conduzidos a Lyrnyra. Lá descobrem que a cidade sucumbiu ao uso desenfreado de plantas de imaginar e se encontra num caos psicodélico.


A ilustração tentou sintetizar numa única cena diversos elementos da narrativa: o céu com cores anormais, as notas musicais aladas que saem de uma construção rachada, o submarino amarelo a singrar os ares, um menino aparentemente eufórico pelo uso da planta e o Portão do Arco-Íris, por onde os suprapátrias chegam cativos.

As imagens originais usadas para compor esta cena são:

Exceto quando mencionado doutra forma, as imagens citadas acima foram distribuídas pelas licenças CC0.

A composição usou ainda pincéis do Gimp Paint Studio e do Brusheezy.com.

Note as bandeiras que balançam diante das torres no portão: uma é a da Macebólia, e outra é a de Ístar, pois neste capítulo Ístar invadiu e conquistou a Macebólia.

Soslaio, o de Belos Dentes


No capítulo 17, Êisdur e Áymar são levados ante o imperador-príncipe Solaio para serem "julgados". Sua prisão arbitrária os faz questionar duramente o pequeno tirano, que se irrita até perder a calma.


Decidi representar o polêmico imperador-príncipe sentado no trono, paramentado, com coroa e tudo, como é de seu estilo. (Se não fizesse assim, ele poderia mandar-me prender também...). Como a Macebólia possui uma cultura levemente eslavo-germanizada, busquei, onde foi possível, imagens correspondentes para compor a cena:

Já Soslaio foi construído a partir da imagem Pretend-Angry Face (licença CC-BY 2.0), por Michael Bentley, que já tinha sido usada noutra composição.

Torre da Lua


Wáldron busca ajuda na Torre da Lua, onde se encontram a Ordem das Sacerdotisas dirigida pela irmã de Áymar. O mago o informa que reconhecerá facilmente a torre pois ela é encimada por um grande crescente.


Para esta composição, busquei por uma imagem que mostrasse céu e várias casas, pois Wáldron avista a torre elevando-se acima das casas. A imagem que me dava o melhor ponto de vista foi esta fotografia de Pisa por Rudy and Peter Skitterians. A rigor, as casas macebóis não são assim; se parecem mais com as da imagem do capítulo seguinte. Mas o cenário combinou um pouco com o do Portão do Arco-Íris, ao menos nas paleta de cores.

Parte da torre provém da imagem Kilmacduagh round tower in the burren Ireland (domínio público) por Jon Sullivan.

Exceto quando mencionado doutra forma, as imagens citadas acima foram distribuídas pelas licenças CC0.

A Fuga aos Olhudos


Os ístaros tentam caçar Wáldron com os Olhudos, dois enormes globos oculares, criados por meio das plantas de imaginar. A fuga ocorre nas ruas do bairro pobre e causa pânico geral, levando várias crianças a correr também.



As crianças dessa cena provém da fotografia Children's egg & spoon race (licença CC BY-SA 3.0) por Alethe.

As demais imagens usadas foram:

Exceto quando mencionado doutra forma, as imagens citadas acima foram distribuídas pelas licenças CC0.

Como a cena corresponde a várias crianças correndo, não tive a preocupação de identificar personagens específicos. Mas noto a curiosa semelhança entre o menino no primeiro plano e Wáldron.

A Reconquista de Lyrnyra


Ao fim do volume I, Lyrnyra é reconquistada aos macebóis, após a libertação dos suprapátrias. Isso envolve algumas lutas e uma delas é entre Áymar e Telelco, o capitão da guarda ístaro. Telelco adquire poder mágico repentinamente após ingerir uma grande quantidade de plantas de imaginar. Numa das cenas, ele invoca uma hidra para retardar Áymar enquanto foge. O livro, na verdade, menciona uma serpente de 3 cabeças; considerei válido usar uma hidra na ilustração, pois a ideia é a mesma.


O ataque da hidra acontece nas masmorras do castelo de Lyrnyra. Para representar o local usei a fotografia feita por Canes das masmorras da torre do rei do forte Oreshek (licença CC BY-SA 3.0).

O menino provém desta fotografia de George Hodan. Mudei a expressão de seu rosto e caracterizei-o com as roupas e cabelo de Áymar.

As demais imagens usadas foram:

Exceto quando mencionado doutra forma, as imagens citadas acima foram distribuídas pelas licenças CC0.


Esta ilustração completa o rol de ilustrações de cada capítulo do volume I.



Nos termos das licenças CC BY-SA 2.0 e 3.0, as duas imagens derivadas abaixo
são aqui distribuídas segundo a licença CC BY-SA 3.0.

sábado, 29 de abril de 2017

Ilustrações do Volume I

O vídeo incorporado abaixo contém todas as ilustrações de divulgação do vol. I de O Rei Adulto, na ordem correspondente da história. Funciona como um storyboard para quem ainda não conhece o livro e quer xeretar o que suas páginas prometem.


A única ilustração que não se relaciona com o volume I é a que representa a tenente Ctara Bergrak, que só é apresentada no começo do volume II.

Divirtam-se, compartilhem e não deixem de se inscrever no canal O Rei Adulto, no youtube!

domingo, 23 de abril de 2017

Nove verdades e uma mentira


Quem será capaz de identificar a mentira?

  1. O atentado terrorista aos EUA frustrou a publicação de O Rei Adulto em 2001.
  2. Nos planos iniciais, o personagem Wáldron Gastrano morreria durante a história. 
  3. Várias passagens da história e um capítulo inteiro surgiram de sonhos do escritor.
  4. A Lenda da Pedra que Saiu Rolando surgiu como um conto de ninar narrado ao filho ainda bebê do escritor.
  5. A conclamação de Êisdur aos ístaros em Sabaquá inspira-se nos discursos de Dom Afonso IV, rei de Portugal, e de Dom Álvaro Gonçalves de Pereira, prior dos cavaleiros hospitalários, durante a Batalha do Salado (1340).
  6. O desafio imposto pelo Nuncanão é uma versão mais complicada de uma brincadeira vigente entre crianças de idade escolar durante meados dos anos 1970.
  7. Êisdur busca o irmão mais velho chamado Eisdras, que abandonou o mundo das Crianças após chegar a adolescência. O primeiro amigo de colégio do escritor se chamava Esdras, e ele trocou de escola após o fim do primeiro ano do primário.
  8. O Rei Adulto é, na verdade, o Peter Pan.
  9. Há cinco vezes mais palavras em latim do que em inglês em todo o texto de O Rei Adulto.
  10. No capítulo "O Desafio do Anão", o próprio narrador se absteve de usar a "palavra proibida" até o momento em que as crianças se descuidam e a pronunciam.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Um festival literário no Facebook

Desde o dia primeiro de abril, está acontecendo o IV FLAL - Festival de Literatura e Artes Literárias no Facebook.


É isso mesmo o que você leu: o festival "acontece" no Facebook.

Imagine que várias pessoas com gostos similares resolvem se reunir em torno de postagens previamente programadas para conversar na caixa de comentários. Não faltam polêmicas no Facebook. Por que não aproveitar para polemizar construtivamente sobre assuntos interessantes?

Pois bem, o escritor Luiz Amato foi o idealizador desse formato de festival. O evento é gratuito tanto para os escritores, quanto para os leitores participantes. Basta se cadastrar na página do evento e passar a receber as postagens, interagindo com elas. Como participante, você poderá comentar nas postagens, fazer perguntas aos escritores, enviar textos para os concursos, participar das enquetes e mesas redondas (sempre via postagens) ou votar nos textos enviados por outros participantes.

A programação continua até 11 de junho de 2017. Estamos na semana de poesias. Ainda haverá mais 7 semanas temáticas, conforme o cronograma abaixo:

semana Tema
17 a 22 de abril   Poesias / Outros Gêneros Literários
24 a 29 de abril   Poesias / Outros Gêneros Literários
01 a 06 de maio   Mistério / Suspense / Policial
08 a 13 de maio   Contos / Humor / Fanfic / Chic Lit / Ação
15 a 20 de maio   Literatura Erótica
22 a 27 de maio   Ficção Científica / Literatura Fantástica & Fantasia
28 de maio a 03 de junho   Romance / Drama
05 a 10 de junho   Romance / Drama

Estou inscrito para participar de um bate-papo com os leitores no dia 24 de maio, quando conversarei sobre o livro O Rei Adulto. Nesse dia, os organizadores do FLAL devem postar também uma entrevista que fizeram previamente comigo.

Nessa mesma semana, outros autores de Fantasia estarão disponíveis para bate-papo. Participe! Poderá encontrar boas dicas de leitura, além de receber postagens de qualidade na timeline do Facebook.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Vídeo de apresentação das personagens

Finalizei há poucos dias o vídeo de apresentação das personagens principais de O Rei Adulto, que pode ser visualizado abaixo, bem como na fanpage e no canal do youtube. Assim como o Book Trailer, esse filme foi feito no iMovie.




Essas imagens foram compostas com a mesma técnica que vim utilizando para ilustrar cenas dos capítulos iniciais: imagens em domínio público distribuídas sob a licença CC0 ou similares são tratadas com o GIMP de modo a representar uma cena, personagem ou situação. Neste caso, apliquei a todas o filtro Graphic Boost para aumentar a impressão de se tratar de uma ilustração digital.

Embora a licença CC0 não requeira atribuição às fotografias originais, é considerado de bom tom, inclusive um gesto de agradecimento, creditá-las, o que é feito abaixo:


Êisdur e Tsâmar

Para essa ilustração usei as seguintes figuras:
O modelo para o menino Êisdur foi uma foto antiga de meu filho.

Wáldron

Para essa ilustração usei as seguintes figuras:

Marsena

Para essa ilustração usei as seguintes figuras:
 

Harsínu

Para essa ilustração usei as seguintes figuras:
 

Áymar

Para essa ilustração usei as seguintes figuras: 
 

Ernesto

Para essa ilustração usei as seguintes figuras: 
 

Ctara

Para essa ilustração usei as seguintes figuras: 
 

Nos termos das licenças CC BY-SA 2.0 e 3.0, as duas imagens derivadas abaixo
são aqui distribuídas segundo a licença CC BY-SA 3.0.


terça-feira, 24 de janeiro de 2017

sábado, 15 de outubro de 2016

Mil curtidas

Marcos devem ser comemorados! Hoje à tarde uma postagem da fanpage O Rei Adulto atingiu a milésima curtida e não posso deixar de dizer o quanto isso é empolgante.


Quando decidi dar início a este blog, visando tornar mais conhecida a história que escrevi, não tinha ainda ideia muito clara do que incluir como conteúdo. Parte de mim queria usar o espaço para expandir o mundo de Fantasia, incorporando lendas e descrições que não foram usadas no livro. Mas isso esbarrava num problema: o livro ainda não está sendo comercializado e somente umas cinquenta pessoas tiveram acesso à edição independente. Eu corria o risco de esmiuçar um universo conhecido apenas por poucos iniciados.

Então, optei inicialmente por investir mais na divulgação da história, tomando cuidado para evitar qualquer spoiler. Daí vieram as postagens sobre os bastidores da escrita (A história por trás da estória I, II e III), minhas fontes de inspiração literária e a série de apresentações de cada reino individual (por enquanto, publicada apenas para Guaipur e Tamatich).

Não deve ser novidade para muitos leitores que a era dos blogs ficou para trás. Hoje grande parte das notícias e novidades da internet acaba sendo disseminada pelo Facebook ou Twitter. O blogspot é uma plataforma muito atrelada a essa antiga era dos blogs, que disseminava conteúdo através da rede de blogueiros e blogs recomendados. Para minimizar esse problema, criei a fanpage O Rei Adulto no facebook para distribuir o conteúdo deste blog, além de compartilhar postagens relevantes de outros autores ou veículos.

Todavia, cada plataforma de rede social tem seu público e sua identidade própria. Se a postagem no blogspot deve ser enriquecida por texto, comentários e reflexões, para ter algum sucesso no Facebook, é preciso usar e abusar dos recursos visuais e das chamadas curtas.

 

A busca por leitores potenciais no Facebook me estimulou a aprender mais os recursos do Gimp de modo a criar imagens que transmitam o espírito da história. Foi uma dessas imagens, apresentada no topo desta postagem, que chegou à milésima curtida. É este também o motivo de as postagens no blog estarem mais escassas nas últimas semanas.

Se tudo correr dentro do cronograma previsto, o primeiro volume (de dois) de O Rei Adulto será lançado até o fim do ano em formato kindle pela agência literária AZO. Tenho esperança de que uma grande parte das curtidas a essas cativantes imagens de divulgação virem leitores satisfeitos pelo conteúdo do livro.

Você também pode ajudar na divulgação convidando seus amigos leitores de Fantasia a conhecer esta página!