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domingo, 24 de junho de 2018

A construção do Gandaio

Um dos dialetos usados em alguns dos diálogos de O Rei Adulto é o Gandaio. Seu nome deriva da Gandaia, província situada no norte de Ístar. Daí, seu uso expandiu-se para o Sul, e atualmente é o falar majoritário também nas províncias de Vagau, Toatoa e Beleléu.

A expansão do Gandaio

Ele se baseia na língua informal, carregada de gírias, falada nas metrópoles do sudeste brasileiro. Em termos de apresentação de variedades da Língua Portuguesa, o Gandaio forma um oposto conceitual ao Neotamano, o qual se baseia em construções muito formais e cheias de arcaísmo.

Do mesmo modo como o Neotamano precisou ser construído, para que as falas tivessem uma coerência interna, precisei delimitar algumas regras para a escrita do Gandaio, de modo a diminuir a arbitrariedade e impedir que uma mesma construção aparecesse de forma diferente em diálogos separados ao longo do texto. Certamente foi mais fácil construir as regras do Gandaio pois ele se baseia em exemplos do dia a dia, que ouvi aqui e ali, desde minha infância.

As principais características do Gandaio são:

  1. Os pronomes pessoais do caso reto são eu, , ele/ela, a-gente/nóis, cês, eles/elas; do caso oblíquo, me/mim, ocê, ele/ela, a-gente, ocês, eles/elas. O pronome oblíquo raramente é utilizado; quando o é, fica em próclise. 
  2. O R no fim de palavras oxítonas cai: mulhé, colhé, amá.
  3. O D do grupo consonantal ND costuma desaparecer, principalmente no gerúndio: amano, fazeno, ina = ainda; mas pode manter-se em substantivos e adjetivos dissilábicos: vinda, linda.
  4. LH pode ser substituído por I: oio = olho.
  5. Só uma palavra é flexionada em plural em sintagmas nominais, em geral o artigo ou o primeiro termo flexionável; se houver um número, todos os demais termos vêm no singular.

    os velho amigo.
    três bolo gostoso.
    muitas coisa boa.

  6. Quando uma palavra em plural antecede um substantivo iniciado por vogal, o S plural cai e o substantivo recebe uma consoante Z eufônica: O’ Zoiúdos; muita’ zamizade. O Z é na verdade a única indicação de plural do sintagma nominal assim formado.
  7. Várias palavras consideradas erradas são adotadas sem pudor no Gandaio: pobrema, ingual, qüestão, etc.
  8. O verbo impessoal no sentido de existir é ter.
  9. Os pronomes demonstrativos são esse(s)/essa(s)/isso para objetos próximos e aquele(s)/aquela(s)/aquilo para os afastados.
  10. São raras as orações subordinadas. As que se usam são geralmente explicativas ou temporais.
  11. Há considerável aglutinação: qu’ele = que + ele; cumé = cum + é.
  12. As seguintes contrações são permitidas, além das usuais: pra(s), pro(s), prum(a/s), praquele(a/s). presse(a/s), pronde, pr'ele(a/s), praí. dum(a/s), donde, num(a/s), nonde, cu' o(a/s), cu'um(a/s), cu'esse(a/s), cu'aquele(a/s), cu'ele(a/s)
  13. "Aonde" costuma parecer sob a forma adonde
  14. Quando em posição proclítica, o advérbio "não" se reduz para num

    Cê num fez isso, não?
  15. Cacofonias do tipo a boca dela e alma minha são usuais no Gandaio. 
  16. Há algumas interjeições próprias: Qualé! Cumé! Ô! Baubau! ! Ó (no sentido: veja bem!)
  17. O vocativo gandaio é antecedido por Ô e não Ó, como no português.

    Ô seu anão de meia-tigela!
  18. Muitas vogais pretônicas são assimiladas: tumém = também; pirigo = perigo, etc.
  19. A conjugação verbal possui dois paradigmas para cada tempo. O primeiro paradigma, que chamarei indeterminante, é extremamente reduzido, possuindo somente uma flexão verbal para cada tempo. O segundo paradigma, chamado de determinante, possui um certo número de flexões verbais em cada tempo e, embora reduzido comparado às flexões verbais do Português formal, permite a determinação aproximada de sujeitos ocultos a partir do verbo usado. Ambos os paradigmas são defectivos. Falta ao paradigma indeterminante a primeira pessoa do singular em todos os tempos do indicativo; a flexão correspondente ao paradigma determinante é usada em seu lugar. A flexão determinante, por outro lado, não possui a 1ª. pessoa do plural correspondente ao pronome a-gente, nem a 1ª. pessoa do singular nos tempos do subjuntivo. Pode-se dizer que o paradigma determinante é mais formal do que o paradigma indeterminante. A conjugação segundo o paradigma indeterminante exige a identificação do sujeito da frase, como em Inglês e Sueco.
  20. Tanto em modo, tempo e pessoas os verbos no Gandaio são simplificados, comparados aos equivalentes em Português. Em especial, o modo subjuntivo é praticamente inexistente, sendo quase sempre substituído pelo modo indicativo; os futuros simples do presente e pretérito são substituídos por futuros compostos (ir + verbo principal no infinitivo); o pretérito mais-que-perfeito simples é substituído por sua forma composta (ter + verbo principal no particípio passado) ou pelo pretérito imperfeito; o imperativo é substituído pelo presente do indicativo.
  21. Há uma perífrase curiosa, formada por um duplo auxiliar "ir", para exprimir um futuro imediato:

    Enquanto isso já vô i fazeno.
    Eu já vô i ino.
Quer conhecer mais o Gandaio? Que tal explorar os diálogos das crianças ístaras em O Rei Adulto?

terça-feira, 12 de junho de 2018

A pronúncia dos nomes das personagens



No mês passado deparei-me com duas situações semelhantes:

  1. Renato Lira do canal Escritores Ecléticos teve dificuldade para identificar a pronúncia correta do nome dos personagens de O Rei Adulto, ao comentar sobre o livro em um vídeo;
  2. Numa sinopse feita por Deko Lipe, no instagram Primeira Orelha, uma leitora comentou que havia gostado da sinopse, mas que tinha preguiça de livros em que as personagens tivessem nomes de pronúncia difícil.
De fato, as personagens de O Rei Adulto têm nomes que, geralmente, não se encontram nos cartórios brasileiros. Êisdur, Harsínu, Quérelim, entre outros, são incomuns. E há dois motivos para isso: i) é um livro de fantasia, onde se pressupõe estarmos diante de uma realidade fora do comum; ii) é um livro original, e todo livro que apresenta um universo distinto traz nomes que estabelecem sua marca. Pense em como os seguintes nomes estão de tal forma associados aos universos particulares que os introduziram: Atreyu, Bilbo, Peter Pan, Voldemort, Darth Vader, Spock, ... Não faria sentido ter um livro em que as personagens do mundo fantástico fossem homônimos de pessoas reais ou de personagens doutros livros.

Certamente há contra-exemplos, de casos em que os personagens são crianças do nosso mundo que de alguma forma entram em contato com o mundo mágico: Pedrinho (Picapau Amarelo), Alice (País das Maravilhas), Peter, Susan, Lucy e Edmund (Nárnia), Wendy, John e Michael (Terra do Nunca). Em O Rei Adulto, as personagens são crianças imersas no mundo imaginário, no qual adotam nomes de fantasia. Êisdur é Eduardo, Wáldron é Oswaldo, etc. Mas apenas seus nomes fantásticos são apresentados ao leitor, pois a proposta é fazê-lo imergir também nesse mundo imaginário. 

Os nomes são acentuados segundo as regras do Português, para que sejam lidos segundo a pronúncia normal do Português, ainda que pareçam incomuns.

Para facilitar a pronúncia, apresento abaixo a transcrição fonética, bem como o som, de alguns desses nomes.


Nome transcrição IPA Som
Êisdur Árland [ ˈejsduɾ ˈaɾlɐ̃nd ]
Wáldron Gastrano [ ˈwɑldɾõ gasˈtɾɐnu ]
Marsena Sterinax [ maɾˈsena steɾiˈnaks ]
Harsínu Sterinax [ aɾˈsinu steɾiˈnaks ]
Áymar Resphel [ ˈajmaɾ ʁesˈfɛl ]
Ernesto Molicári [ eɾˈnɛstu moliˈkaɾi ]
Ctara Bergrak [ ˈktaɾa beɾˈgɾak ]
Quérelim [ ˈkɛɾelĩ ]
Mbaraúna [ ᵐbaɾaˈuna ]
Teres [ ˈtɛɾis ]
Tamatich [ tɐmaˈtiʃ ] / [ tamaˈtiʃ ]
Guaipur [ gʷajˈpuɾ ]
Landau [ lɐ̃nˈdaw ]
Macebólia [ mase'bɔlia ]
Eix [ ˈejks ]
Ístar [ ˈistaɾ ]

Certamente, há variantes possíveis, segundo os sotaques regionais do leitor. Eu mesmo, como todo bom carioca, pronuncio [ ˈejʒduʁ ˈaʁlɐ̃d ], e não [ ˈejsduɾ ˈaɾlɐ̃nd ]. E você, como pronuncia?

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Dois novos leitores aprovaram O Rei Adulto

Nesta semana, O Rei Adulto recebeu duas novas resenhas no Instagram, ambas muito favoráveis!



A primeira foi de Alan Santos. Do que me recordo, foi o primeiro leitor que comentou explicitamente sobre as semelhanças da aventura de Êisdur com um RPG, bem como sobre a história ter um quê de O Senhor dos Anéis. Tolkien certamente foi uma das minhas inspirações, como já mencionei antes.

Veja a postagem de Alan e seus comentários:

➡️Parceria com o autor @oreiadulto 👑 Em busca de seu irmão que desapareceu do mundo das crianças ao chegar à adolescência, Êisdur Árland, embarca em uma jornada à sua procura. Acreditando que O Rei Adulto, uma figura lendária de seu mundo seja o único a ajudar na localização do irmão, Êisdur se une a outras seis crianças (de várias classes como um bom RPG: mago, cavaleiro, ladrão, tenente...) para completar a missão. O grupo ganha o raro título de Suprapátrias, que significa que a missão é considerada importante para o mundo infantil. A missão se complica quando o mundo é ameaçado por "plantas de imaginar" que comprometem toda imaginação das crianças. ➡️MINHAS CONSIDERAÇÕES ✔️Helio Jaques me impressionou com a escrita, com as ideias trabalhadas (a transição infância / adolescência), o cuidado linguístico, a criação do mundo e mapas, as referências ao RPG, a jornada que em algum momento me lembrou O Senhor dos Anéis... ➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖ 🆘Helio, por favor nos dê o desfecho dessa aventura 🙏 #oreiadulto #heliojaques #editoraazo #instabook #bookstagram #bookworm #book #literaturanacional
Uma publicação compartilhada por Alann Santana (@alannsants) em

Já a segunda resenha foi escrita pelo jovem escritor mineiro Daniel Dornelas, que mantém o blog literário Lendo com Daniel.

Leia essa resenha no próprio blog de Daniel.


sexta-feira, 25 de maio de 2018

O Rei Adulto no Pinguim Literário

"O Rei Adulto" recebeu outra resenha positiva! Desta vez no Instagram O Pinguim Literário, gerenciado pela Talita Demori, de Timóteo (MG).

Ela destacou uma frase muito marcante do Capítulo 15: "As crianças estavam aos poucos definhando numa infância sem qualquer rasgo de criatividade. A falta de histórias lhe havia tirado todo o vínculo com a natureza, pois a fantasia é tão vital quanto à agua, embora poucos saibam disso."

Talita faz um trabalho consistente na divulgação de autores nacionais. Que tal dar uma conferida em suas últimas postagens? Deixe lá seu comentário e curtida!

O Rei Adulto pode ser adquirido em formato digital na Amazon, por R$ 5,90, e em formato tradicional impresso, no site da AZO, por R$ 35,00.


📚🐧 《 #resenhadopinguim 》 O Rei Adulto | Helio Jaques | @oreiadulto ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ "As crianças estavam aos poucos definhando numa infância sem qualquer rasgo de criatividade. A falta de histórias lhe havia tirado todo o vínculo com a natureza, pois a fantasia é tão vital quanto à agua, embora poucos saibam disso." ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ O livro se passa em um universo "mirim", um mundo imaginário onde não existem adultos. Tudo e todos são crianças. Políticos, militares, líderes. Não existe rei ou rainha e sim, príncipes e princesas. Enfim, tudo começou quando o irmão de Eisdur desapareceu ao chegar a idade adulta. Ele sumiu sem deixar vestigios e Eisdur entra em uma jornada pelo reino em busca dele; até que é orientado a encontrar "O rei adulto" primeiro. A lenda conta que ele é a única criança que cresceu e não deixou de ser criança. E o que não deixa de ser dificil encontra-lo já que é uma lenda e ninguém sabe onde ele está, se ele é real mesmo. Mas nessa busca pelo tal Rei Adulto, Eisdur encontra um problema muito maior do que ele imaginava. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 💬 O livro "O Rei Adulto" me levou para um mundo completamente diferente do que estou acostumada a ler por aí. O livro é repleto de magia, aventuras e costumes ricos, esse mundo "dirigido" por crianças elevou minha imaginação, deixando uma gostosa saudade da minha infância, onde minha única preocupação era o joelho ralado. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Um ponto positivo pra mim foi como o autor criou os reinos e seus costumes, deixando cada um com um linguajar único, incrível e fantástico. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Foi uma leitura rica e repleta de ensinamentos. E se você ama um infanto juvenil que te leva para um universo repleto de magia, esse livro foi feito pra você. 😉 Super recomendo a leitura. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 📌 Disponivel em ebook e gratuitamente para usuários kindle unlimited.
Uma publicação compartilhada por Pinguim Literário (@pinguimliterario) em

segunda-feira, 14 de maio de 2018

O Brasil como cenário de Fantasia


Muitos leitores de Fantasia eventualmente devem ter notado a relativa ausência do contexto brasileiro nos livros do gênero. Isso não há de ser culpa apenas das editoras nacionais, que hesitam em prestigiar conteúdo nacional; parte do problema são os escritores brasileiros do gênero, a maioria dos quais se dividem entre a criação de seus mundos particulares ou a ambientação de suas obras em culturas europeias ou orientais.

Há exceções, certamente! E uma dessas é "Vera Cruz: Sonhos e Pesadelos", projeto do escritor Gabriel Billy, que se encontra em financiamento coletivo no Catarse até o dia 21/06/2018.

"Vera Cruz: Sonhos e Pesadelos" é um livro que mistura Fantasia com Steampunk, no exuberante cenário composto pelos mitos e folclores do Brasil, trazendo personagens lendários (Boitatá, Saci, entre outros) e outros históricos (Santos Dumont, Padre João Francisco de Azevedo, Padre Landell de Moura, Padra Bartolomeu de Gusmão), em um enredo muito elaborado.

Gabriel trabalhou nessa obra por 6 anos e pesquisou em muitas fontes para compô-la. O livro será acompanhado por muitas ilustrações cativantes de Rebeca Acco, Zakuro Aoyoama, Diucênio Rangel e Theo Szczepanski.

Torço para que essa publicação seja viabilizada pelo financiamento coletivo.

Se gosta de Fantasia e quer apoiar um autor nacional, visite a página do projeto no Catarse e contribua!

Sobre o autor

Gabriel Billy é formado em Belas Artes na UFRRJ, publicou 2 livros (Na fronteira de Realidade; Editora Torre, 2012) e Madame Cosmópolis como escritor e 1 livro como ilustrador (NOÉ - EDUR; Editora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2012).

Em 2013 montou com Renan Laviola a Editora Devaneio, editora especializada em quadrinhos e livro de ficção, onde trabalhou como programador visual e editor. Na Devaneio, conseguíram ter seu segundo livro, "Fantasmagorias" de R.F. Lucchetti, como finalistas em uma das categorias do prêmio Jabuti. Em 2017, infelizmente a Editora Devaneio veio a fechar.

domingo, 15 de abril de 2018

O Rei Adulto resenhado por @daydreamsbooks

Há poucos dias, Leydiane Nunes, que gerencia o instagram @daydreamsbooks, publicou uma linda foto e uma instigante resenha do livro O Rei Adulto. Dê uma olhada e deixe lá seu comentário e curtida!

Siga o instagram @daydreamsbooks para novas dicas!

O Rei Adulto pode ser adquirido em formato digital na Amazon, por R$ 5,90, e em formato tradicional impresso, no site da AZO, por R$ 35,00.


📖 O Rei Adulto - Helio Jaques Vol.1 Este livro é uma fábula sobre as dificuldades que envolvem a passagem da criança à vida adulta. Ambientado dentro do mundo imaginário, o livro narra a epopeia de Êisdur Árland, um menino que decide descobrir o paradeiro de seu irmão mais velho Eisdras. Em sua jornada Êisdur vai parar na cidade de Baltar e quando menos espera é surpreendido por Tsâmar, o último velho, que diz se familiarizar pela perda do menino, pois tem ouvido algumas histórias sobre "os que se foram", crianças que em uma certa idade começam a achar a vida ali muito chata e tediosa, e acabam distanciando-se e partindo para outro mundo, ao que parece não existem mais ''crianças grandes'' em Teres, Guaipur, Lendau e em vários outros reinos.  Mas existe um rei, o Rei Adulto, o único que cresceu e não deixou totalmente de ser criança, ele é uma lenda, todos contam que ele se foi, mas conseguiu encontrar o caminho de volta sozinho e hoje vive nos Montes Altos, além do rio das Lágrimas, entre os dois mundos. À sua busca, inicialmente unem-se outras crianças: O ladrãozinho Wáldron, o Cavaleiro Harsínu e sua irmã Marsena, juntos eles vão encontrar muitas aventuras e mistérios nessa jornada. • Repleto de contos, dialetos, costumes e magia, este universo é composto e protagonizado apenas por crianças, que podem ser, príncipes ou princesas, arqueiros e soldados, magos, tenentes, tudo que a sua mente puder imaginar! E falando em imaginação, você já se perguntou quando começou a lenda da fada do dente ou porque fazemos pedidos a estrelas cadentes? É exatamente isso que o livro propõe, uma regressão aos nossos sonhos, memórias e fantasias de quando vivíamos em um mundo inteiramente nosso e podíamos ser qualquer coisa. • Se você como eu, um dia der repente mergulhou no rio das lágrimas e partiu para o mundo dos adultos, mas não tem um irmão corajoso como Êisdur para te levar de volta, ou não foi inteligente como o Rei Adulto que descobriu como partilhar desses dois mundos, então querido leitor, você precisa ler este livro!  Esse foi o melhor livro de fantasia que li esse ano, até agora, por que vem aí o volume 2 haha. Obrigada pela preciosa parceria @Oreiadulto.
Uma publicação compartilhada por Daydreamsbooks (@daydreamsbooks) em

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Nuvem de personagens de O Rei Adulto


Os principais personagens da história completa de O Rei Adulto estão representados nessa nuvem de palavras, construída no WordArt.

A nuvem mistura personagens dos volumes 1 e 2. O tamanho dos nomes é proporcional à quantidade de referências ao personagem na história. Os mais frequentes, como esperado, são os 7 suprapátrias: Êisdur, Wáldron, Harsínu, Marsena, Áymar, Ctara e Enesto.

Muitos dos principais personagens secundários do volume 1 têm freqûencia menor do que os correspondentes no volume 2. Por exemplo, Quérelim, Merrayl e Amanara (volume 1) têm menor frequência que Marocas, Nhaca e Srívenc (Volume 2). Isso se deve a que a história no volume 2 se estende por muitos capítulos em Ístar, nos diversos conflitos entre o grupo de Êisdur e os apoiadores de Soslaio.

E por falar em Soslaio, sua participação no volume 1 foi bem curtinha, mas ele tem muitas surpresas para os leitores no volume 2.

Quer conhecer esta história? Adquira seu exemplar impresso ou digital!